quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Mensagem de férias!

Fim das aulas: hora de descansar, brincar e planejar o ano seguinte. Ultimamente, com a invenção das redes sociais, alunos/professores compartilham mensagens no intuito de agradecer a harmonia do âmbito escolar nas suas vidas. Por essa razão, um texto me chamou atenção, tanto que estarei postando, pra vocês, o que representa a ESCOLA para o grande Gabriel Victor.

"ESCOLA. Muitas vezes pensamos que ela só serve para nós aprendermos a ler, escrever e a vir preparados para a fase adulta, posterior a que vivemos. Mas não é só isso que ela serve. Nela, desde pequeninos, aprendemos a lidar com a amizade. Fazemos amigos que devem ficar para sempre, sem dúvida. Amizades sinceras, verdadeiras, sem falsidade. Por isso que quando tive tempos de pequeno já tinha feito amizades com alguns de vocês. Amizades eternas, que ficarão para sempre. Um dia, nos perguntaremos: Qual é o valor da ESCOLA? Quando nos perguntarmos, nos lembraremos daqueles amigos engraçados, especiais que tivemos. Nesse momento, até as zoações serão especiais, sim. VALEU, AMIGOS. VALEU!" 

Gabriel Victor (Foto: facebook)

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Resenha Descritiva - O diário de Anne Frank

Imagem retirada da página do FACEBOOK do autor do texto 
O livro “O Diário De Anne Frank” foi escrito pela adolescente Annelise Marie Frank e editado por seu pai Otto Heinrich Frank, a historia do livro se passa entre 12 de Junho de 1942 e 1 de Agosto de 1944 durante o período da Segunda Guerra Mundial, seu pai conta também que decidiu publicar o livro como uma homenagem a escritora que sua filha se tornou. 

O Diário de Anne Frank conta a historia de Anne, uma garota judia que teve o azar de estar vivendo durante o auge da segunda guerra mundial, e devido as constantes ameaças nazistas ela e sua família se viram obrigados a dividir um porão com mais 5 pessoas, la eles foram privados da luz do sol, e tiveram que racionar os alimentos. Após cerca de 25 meses eles são denunciados aos nazistas, todos inclusive Anne são levados para os campos de concentração, e apenas seu pai Otto sobrevive. 

O livro é realmente muito interessante por contar o contexto da guerra pelo ponto de vista de alguém que a vivenciou, e por demonstrar o efeito que ela causa no ser humano. O livro sofreu diversas alterações por parte de Otto, por isso o livro possui uma linguagem muito culta, e não possui faixa etária, visando atingir a todas as idades. O contexto em que se passa a história também chama muita atenção, por ter ocorrido durante a segunda guerra mundial, podemos ver o abuso que os judeus sofreram por parte dos nazistas, e como eles foram privados de sua liberdade, foram negadas suas crenças, e foram tiradas suas vidas apenas por mero preconceito nazista. O que me chamou mais a atenção foi saber que uma simples garota de 13 anos, após uma reviravolta inacreditável em sua vida em meio a guerra escrevia friamente os relatos de seu dia a dia em seu diário, foi imaginar a angustia e medo que ela devia sentir sabendo que havia uma guerra acontecendo La fora, e que a qualquer momento ela e sua família poderiam morrer, mesmo sem nenhum motivo, foi saber que Anne Frank teve sua liberdade roubada pela guerra.

Escrito por Luís Octávio Castilo
(Texto original, sem correções)

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Culinária na Sala de Aula

Estivemos realizando no 2° do Ensino Médio do Pequeno Príncipe de Apodi, um trabalho voltado às receitas culinárias. Durante as aulas de Redação, conhecemos um pouco sobre este gênero textual, que tem uma estrutura simples e objetiva, assim como os textos do tipo instrutivo. 

As principais características de uma RECEITA CULINÁRIA são:

~ Contém título;
.~ Normalmente apresenta uma estrutura constituída de: título, ingredientes e modo de preparo ou de fazer;
.~ No modo de fazer, os verbos geralmente são empregados no imperativo;.
~ Pode conter indicação de calorias por porção, rendimento, dicas de preparo ou de como decorar e servir, etc.;.
~ A linguagem direta, clara e objetiva;
.~ Emprega o padrão culto da língua.

O encerramento do projeto rendeu uma aula divertidíssima com a prática de alguns pratos, trazidos e feitos pelos alunos. Confiram algumas imagens:















terça-feira, 5 de novembro de 2013

Fórum sobre Adolescência

Adolescência é uma etapa intermediária do desenvolvimento humano, entre a infância e a fase adulta. Este período é marcado por diversas transformações corporais, hormonais e até mesmo comportamentais. Não se pode definir com exatidão o início e fim da adolescência (ela varia de pessoa para pessoa), porém, na maioria dos indivíduos, ela ocorre entre os 10 e 20 anos de idade (período definido pela OMS – Organização Mundial da Saúde).

Diante de um TEMA tão presente e vivido por todos nós, professor (eu) e alunos construíram um FÓRUM para debatermos a questão da "Adolescência" na Escola Municipal Professor José do Patrocínio Barra durante as aulas de Língua Portuguesa. 

Alunos do 9° A 
Alunos do 9° B
Com a finalidade/objetivo de lançar argumentos, vivências e experiências sobre essa fase incrível, todos partilhamos de momentos únicos durante o trabalho, em que várias problemáticas foram sendo desenvolvidas à medida que os subtemas (Gravidez, sexualidade, pré-adolescência, transformações físicas e psicológicas, educação e drogas) iam sendo construídos. 





Tivemos, também, participação da diretora da escola, Cíntia Gurgel, que falou um pouco de sua experiência de vida durante sua adolescência, como também orientou aos demais sobre os riscos e desafios que serão enfrentados pelos alunos, salientando que ESTUDAR sempre é/será a melhor maneira de construirmos um futuro digno.
Diretora Cíntia, ao fundo de óculos, dando sua contribuição no Fórum

Lembrando aos leitores que em breve estarei postando um vídeo sobre como foi este trabalho; também dizer que o trabalho continuará e trarei mais informações em postagens futuras. 

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Relato de Uma Vida

Há nove anos, praticamente, depois de ter em mente vários cursos – medicina, agronomia, odontologia e, última opção, letras – como se pode notar, fiquei muito indeciso em qual área poderia ingressar. 

Filho de professora, sempre ficava interessado em brincar de escola e assumir o papel de professor, porém como todo pai tenta puxar seu filho para “cursos que deem dinheiro” e nunca optando por aquilo que realmente se goste; fui induzido a tentar fazer outros ramos, como os citados acima. Tentei três vestibulares, vindo a passar em apenas um, que fiz na UERN, justamente o curso que sou graduado hoje. Estudei meu ensino médio em escola particular e lembro-me muito bem de quando algumas pessoas bem próximas chegavam a mim falando de um esforço muito grande feito pela minha mãe, ter sido em vão por ter optado por um “cursinho de meia tigela”.

Essa realidade me atingiu bastante no decorrer da faculdade. Primeiro dia de aula um mestre fez uma pergunta a todos sobre “o que pretendíamos para nosso futuro dentro do curso de letras?”. Minha resposta foi, em tom de ironia, que estava ali apenas para ter uma formatura, conseguir passar num concurso público e, aproveitar, para dispor de um salário melhor por causa do diploma. Foram quatro períodos muito difíceis, pois, como “não queria nada”, refletia na sala e, em contrapartida, fiquei taxado pelos alunos e professores como um aluno relapso, sem o menor compromisso. 

Muitas pessoas conversavam comigo mandando mudar de curso, mas naquela época minha mãe não deixava. Ela dizia que poderia estudar para passar em outro curso e ao mesmo tempo honrar com os compromissos da faculdade, me deixando mais intrigado. Ao término do curso não sabia o que aconteceria comigo. Vários ocorridos se passaram e, por infelicidade, perdi minha mãe no último período da faculdade. Foi um momento bastante complicado, pois me recordo que dos, praticamente, 14 alunos que iam colar grau, apenas eu fiquei de fora por não ter passado numa cadeira, para meu desespero.

Bom, uma das coisas que eu sempre temia era não saber passar conteúdo, por isso ficava feliz em achar que a profissão de professor não seria viável a mim. Não acredito totalmente em destino, mas parece que o meu foi desenhado desde pequeno, como no início relatei um pouco. 

Por ironia da vida, nos últimos meses de 2009, um cidadão chamado Valtenci Fernandes, coordenador do Colégio Luz Pequeno príncipe na época, perguntara se tinha concluído a graduação. A resposta foi imediata, um SIM. Lembro-me que uma professora estava com problemas de saúde vindo a passar umas semanas sem dar aula naquela escola. Foi ali que começou, pra valer, a minha nova descoberta. Lembrando que tive outros momentos proveitosos, como no estágio e quando substitui uma professora que estava doente numa escola estadual na cidade que moro em Felipe Guerra, mas nada comparado a meu primeiro emprego. 

Pode-se dizer que não escolhi essa profissão, ela foi sendo desenhada pouco a pouco. Dos instantes mais difíceis, dos momentos de exclusão ao ser professor; hoje posso afirmar com toda certeza que encontrei aquilo que tanto desejava e queria. Ser professor é minha vida. 

Como se pode observar, não foi fácil, mas hoje sei o quanto foi importante ter passado por tudo que passei para aprender a dar valor àquilo que hoje sou. 

Fazendo o paralelo da vida profissional com a teoria posso perceber que temos atentos a constantes mudanças, nos deparar com novas concepções e tentarmos nos adaptar da melhor maneira as transformações da profissão.

Na sala de aula tento ser aquilo que meus mestres deixaram a desejar, fazendo um “concerto” a abordagens tradicionais vivenciadas nos meus tempos escolares. Tento me ajustar em duas concepções que acho de suma importância – abordagem cognitivista e sócio-cultural. Utilizando-as da maneira mais adequada, posso afirmar que o resultado será bastante positivo – digo com convicção por adotá-las da melhor forma possível e vejo uma crescente dos meus alunos. 

Sei do que encontrarei pela frente – sabendo das dificuldades no dia a dia pela falta de incentivo por parte dos governantes e por um expressivo desinteresse dos pais ao acompanhamento dos filhos na escola, entre outros – porém são desafios motivadores que ajudaram a desencadear fatores que conhecerei e tentarei saber conduzir da melhor forma. 

Enfim, espero um dia alcançar muitos êxitos por tudo aquilo que luto. Ser um verdadeiro profissional, um ótimo mestre e poder estar sempre estudando, pesquisando, me ajustando, encontrando novos caminhos, soluções, enfrentamentos... são marcas que nenhuma outra área pode abranger pois ser professor é a mais completa e bonita de todas.

15 de Outubro é Dia do Professor #ParabénsAosMestresDoBrasil

sábado, 12 de outubro de 2013

Projeto Corrente do Bem

O que vocês irão presenciar agora é o Projeto Corrente do Bem idealizado nas aulas de Redação pelo professor Valério ShowMan e os alunos do 9° A e B do Colégio Luz Pequeno Príncipe/Apodi-RN. 


Durante o terceiro bimestre de 2013, estivemos em contato como variados Gêneros Textuais - Anúncio Publicitário, Reportagem e Editorial - e a partir destes, adotamos a iniciativa de construir um Jornal de Classe como também na efetivação de uma Campanha Comunitária em Combate à Fome. 

Da maneira que íamos construindo os saberes dentro de sala de aula, ao estudarmos os assuntos e na confecção dos textos, fomos trabalhando, pesquisando e afunilando o nosso projeto.

Nos últimos retoques, os alunos fizeram um excelente trabalho com as revistas, detalhando os problemas recorrentes da fome no Brasil. As imagens que a seguir, são das duas edições produzidas pelos discentes. 

Capa da Revista "Jovens em Ação" - alunos 9°B
Fundo da Revista "O Mundo com Olhares Diferentes" - 9°A
No dia 07 de outubro, continuando o projeto, fizemos uma Campanha Comunitária na escola a fim de arrecadar alimentos para ajudar ao próximo. Ficou acordado para que as demais séries ajudassem com os alimentos até uma data estipulada. Desde já, pedimos o nosso muito obrigado pela colaboração direta e  indireta de todos(as). 
Campanha Unidos Contra a FOME
A solidariedade foi tamanha que os professores/funcionários abraçaram a causa num lindo trabalho interdisciplinar.

No encerramento da "Corrente do Bem", dia 11 de outubro, fomos à "Creche Sonho de Criança" nos divertirmos com a criançada, ali presente, como também sortear as sextas básicas, fazer, apresentações musicais e show dos palhaços. Foram momentos únicos para todos nós, numa singela confraternização.








Enfim, queremos agradecer a diretora Adriana Kellen e seus funcionários, pelo espaço cedido como seu ótimo trabalho realizado na Creche Sonho de Criança. Agradecer a professora Jeane Mércia por nos orientar e ajudar na finalização do trabalho; sua ajuda foi valiosíssima. Também pedir nosso muito obrigado aos professores(ras) e coordenação do Colégio Luz Pequeno Príncipe pela ajuda e dedicação. 

Feliz Dia das Crianças


Nas mãos das crianças o mundo vira um conto de fadas,  porque na inocência do sorriso infantil, tudo é possível, menos a maldade. Crianças são anjos,  são pedaços de Deus que caíram do céu para nos trazer a luz viva  que há de fazer ressuscitar a verdade que vive escondida em cada um.  De braços abertos a criança não cultiva inimigos,  sua tristeza é momentânea.  De olhos abertos a criança não enxerga o feio, o diferente,  apenas aceita o modo de ser de cada um que lhe dirige o caminho. De ouvidos atentos a criança gosta de ouvir tudo  como se os sons se misturassem formando uma doce vitamina de vozes,  vozes que ela pode imitar, se inspirar para crescer.  Questionando, brincando, a criança está sempre evoluindo,  achando esse mundo um Paraíso, mas a criança sabe no seu interior o que é o amor  e quer sugá-lo como se fosse seu único alimento, não lhe dê uma mamadeira de ódio,  pois com certeza sua contaminação seria fatal e inesquecível.  Criança me lembra: cor, amor, arco-íris, rosas,  doce de brigadeiro,  tintas das cores: vermelha, laranja, azul, amarelo;  me lembra cachoeira, pássaros, dia de festa.  Ser criança é estar de bem com a vida,  é ter toda a energia do Universo em si. #FelizDiaDasCrianças 

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Narradores de Javé e o seu contexto histórico/regional


Narradores de Javé, um filme brasileiro, mostrando e representando muito bem o regionalismo nordestino. Além disso mostra a oralidade histórica. Uma obra cheia de drama, sofrimento e luta, com uma boa mistura de comédia, ironia e recheados de momentos tragicômicos. Mostrando-nos como a história é importante para uma região e como a escrita faz uma grande diferença no meio social.

O início do filme não promete muitas coisas, mas quando Antonio Biá e seu livro entram em cena, percebe-se que dali vai vir muitas risadas. O Nordeste tem fortes expressões típicas, e se destaca por ter uma cultura diversificada. Isto os atores representaram muito bem. A escrita no filme transforma um carteiro expulso do povoado em um morador de grande prestígio. No filme todos tem versões de uma mesma história, daí percebemos a oralidade histórica. Histórias que não são contadas e conhecidas por livros, mas sim contadas de geração por geração, e neste pluriculturalismo, Biá conhece as fantasias de cada morador que interferem nas histórias apenas para serem notados. Nestas confusões de histórias, Biá percebe que jamais poderá reunir a verdadeira história do vilarejo, que por sua vez deveria continuar sendo contada oralmente. O livro que deveria ter um valor cientifico, ficou sem palavras.

Como é forte a influencia da região, como é importante a escrita, e mais importante ainda, a oralidade histórica. Como transformar “fato acontecido” em “fato escrito”. Narrados de Javé é um ótimo filme. Que lembra o regionalismo, e como ele influencia na nossa vida, porque é mais que uma palavra é um jeito de vida. Assim como uma história não é só uma história, mais um conjunto de sonhos, imaginações, fantasias. Mais, para mim, o que esse filme, lembrou mais, é que como a cultura, as pessoas, as histórias são discriminadas. Apesar de ser um pequeno povoado, apenas um vale, mais ali habitava pessoas que foram “submergidas” por sua falta de conhecimento. Pessoas que não sabiam escrever, mais tinham o principal, a imaginação.

Elaborado por Kaiane Cristina

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Conhecendo nossa história

A Escola Municipal esteve realizando uma belíssima aula de campo/passeio sobre a História do Município de Felipe Guerra com alunos do 6º e 9º ano da Escola Municipal Prof. José do Patrocínio Barra. Junto com os professores João Paulo Barra, Gustavo Tavares, Jean Carlos, Valério de Góis e a diretora Cíntia Gurgel.
Valério de Góis, Gustavo Tavares, Cíntia Gurgel, João Paulo Barra e Jean Carlos
Iniciamos a aula na centenária Capela de São Pedro, construída no ano de 1903, na comunidade de Passagem Funda.
Os alunos também visitaram o bairro histórico da Cidade Baixa, onde conheceram o primeiro casarão do município, datado do ano de 1881 e construído pelo Tilon Gurgel do Amaral, que era filho do coronel Tibúrcio.

Na oportunidade, os alunos também puderam ver como é importante a preservação dos nosso Patrimônio Arquitetônico para podermos preservar a nossa própria História, que está retratada nos prédios antigos. O Mercado Público é um exemplo. Há anos vem se deteriorando e precisa urgentemente de uma transformação.
Alunos visitando o bairro histórico da Cidade Baixa, com seus casarões antigos e que contam uma parte da História de Felipe Guerra/Pedra de Abelha.
Outra visita foi à Capela de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, que em 2018 também completará 100 anos de existência. Construída pelo Cel. Tibúrcio Valeriano Gurgel do Amaral, cumprindo um voto religioso na região.

Imagens/fonte da Rede Social do professor João Paulo Barra

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Reflexão

Em meio a palavras ofensivas que só servem para alimentar a maldade, inveja, cobiça, difamação...prefiro propagar o otimismo, a felicidade e o amor. As pessoas estão esquecendo cada vez mais que a vida é passageira, esquecem de viver e tratar o próximo como a si mesmo, parece que o sucesso do outro é o fracasso de si. Em meio a uma sociedade corrompida, só peço, ao meu Deus, sabedoria para seguir por uma trajetória de compaixão com meus irmãos, não apenas para apontar um bom caminho como seguir na mesma direção, até porque nada vai adiantar uma luz que não acende nem muito menos ilumina a escuridão. Quero chorar com os que choram, compartilhar os vários momentos que vida nos oferece, quero aprender com os meus erros, que são tantos. Meu lema não é mudar uma história apenas com um discurso, rogo a Deus para transformar o meu mundo com boas ações. Nós seres humanos precisamos urgentemente de uma reflexão das nossas atitudes, até porque se continuarmos a caminhar pelo escuro, saberemos que tudo será em vão. 

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Um pouco sobre Coesão Textual

Um texto apresenta coesão quando há conexão e harmonia entre as partes que o compõem. Consideramos como elementos de coesão as palavras ou expressões que estabelecem a transição de idéias, os elos para criar as relações entre frases e parágrafos – pronomes, advérbios e conjunções, como mas, portanto, dessa forma, porque, uma vez que, assim,embora, apesar de, entre outros.
Cada elemento de coesão mantém determinado tipo de relação e, por isso, é necessário atentar muito bem para o seu uso. Vejamos alguns exemplos:
“Os sem-terra fizeram um protesto em Brasília contra a política agrária do país, porque consideram injusta a atual distribuição de terras. Porém, o ministro da Agricultura considerou a manifestação um ato de rebeldia, uma vez que o projeto de Reforma Agrária pretende assentar milhares de sem-terra”
Nesse texto, os elementos de coesão foram utilizados de forma correta:
1- A palavra porque está iniciando a oração que estabelece a causa do protesto: “consideram injusta a atual distribuição de terra”.
2- A palavra porém está iniciando a oração que estabelece um contraste de idéias: protesto (para os sem-terra) X ato de rebeldia ( para o ministro).
3- A expressão uma vez que está iniciando a oração que estabelece a causa da indignação do ministro “o projeto da Reforma Agrária pretende assentar milhares de sem-terra”.
Quando se usa o elemento de coesão inadequado, o enunciado certamente fica prejudicado, pois pode não só mudar o sentido pretendido, mas também produzir idéias absurdas:
“Os sem-terra fizeram um protesto em Brasília contra a política agrária do país, porém consideram injusta a atual distribuição de terras”
Logo, para se obter um bom texto, não basta ter boas idéias. É preciso também ordená-las e cuidar da disposição das palavras nas frases, a fim de que a redação seja um conjunto harmonioso.



MECANISMOS DE COESÃO


Há vários elementos no idioma que permitem o mecanismo de coesão. Alguns deles, são:
1- Emprego adequado de tempos e modos verbais:
Ex: Embora não estivessem gostando muito, eles participavam da festa.
2- Emprego adequado de pronomes, conjunções, preposições, artigos:
Ex: O papa João Paulo II visitou o México. Na capital mexicana suaSantidade beijou o chão. As pessoas tinham a certeza de que o papa lhesguardava respeito e as amava.
3- Emprego adequado de construções por coordenação e subordinação:
Ex: “Amanhece. Poucos barulhos se ouvem. Logo mais a cidade vai ferver. Um carro aqui. Um ônibus. Duas motos. Alguém buzina duas vezes, depois três vezes, mais uma buzina insistente. A mocinha de uniforme grita pela janela que já vai. O pai na direção (deve ser um pai, porque está impaciente, de terno e gravata) tamborila os dedos na direção do carro, que não é carro do ano, logo se vê pelo ar meio baça da lataria...”
(Note que o texto foi inicialmente construído por um encadeado de orações coordenadas e depois, lentamente, foram sendo introduzidas as subordinadas.
4- Emprego adequado do discurso direto, indireto e indireto livre:
DD= “Maria Eugenia chegou cedo e perguntou:
- Paulinho já saiu?
Claudia respondeu:
- Ele ainda está dormindo”.
DI= “Maria Eugenia chegou cedo e perguntou se Paulinho já havia saído. Cláudia respondeu-lhe que ele ainda estava dormindo”.
5- Emprego adequado de vocabulário (coesão lexical):
Ex: “A China é um país fascinante, onde tudo é dimensionado em termos gigantescos. O país amarelo é uma civilização milenar. O grande dragão oriental abriga, na terceira maior extensão territorial planetária cerca de 01 bilhão e 100 mil habitantes”

FONTE: O Blog da Redação

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

História do Cordel (Parte I)

Cordel é um tipo de poema popular, expostos para venda pendurados em cordas ou cordéis, o que deu origem ao nome Portugal. No Nordeste do Brasil, o nome foi herdado, porém os folhetos brasileiros poderiam ou não estar exposto em barbantes. Poemas de cordel são escritos em forma de rima e alguns alguns são ilustrados. Os autores, ou cordelistas, recitam esses versos de forma melodiosa e cadenciada, acompanhados de viola, como também fazem leituras ou declamações muito empolgadas e animadas para conquistar os possíveis compradores.


No Brasil, a literatura de cordel é encontrada no Nordeste, principalmente nos estados de Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará. Costumava ser vendida em mercados e feiras pelos próprios autores. Hoje também se encontra em outros Estados, como Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo, e são vendidos em feiras culturais, casas de cultura, livrarias e nas apresentações dos cordelistas.

Cordel também é a divulgação da arte, das tradições populares e dos autores locais e é de inestimável importância na manutenção das identidades locais e das tradições literárias regionais, contribuindo para a perpetuação do folclore brasileiro.

sábado, 17 de agosto de 2013

Vamos falar sobre Cordel?!

Nos últimos dias, ganha grande força, nas escolas da cidade de Felipe Guerra, o trabalho e a importância do Cordel. Com isso, o blog do Professor ShowMan vai passar a retratar um pouco dessa riquíssima história que faz parte de nós nordestinos. Estarei trazendo, expondo, matérias como poemas cordelistas, realizados pelos alunos. Vale enfatizar o trabalho do Governo Municipal de Felipe Guerra e das Secretarias de Educação, Esporte, Cultura e Lazer, no engajamento do Projeto Cordel, que fará parte da comemoração dos 50 anos de emancipação da cidade. 

segunda-feira, 22 de julho de 2013

O que revela o ranking do Enem

Fatores socioeconômicos influenciam 75% da nota das escolas, e boas propostas pedagógicas desaparecem entre as médias empatadas das instituições, avalia o pesquisador Rodrigo Travitzki.

Ter uma boa classificação no ranking oficial do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) não necessariamente garante a uma escola ser melhor do que as que a sucedem na lista. Isso porque fatores socioeconômicos como a renda e a escolaridade dos pais respondem por 75% da média das escolas com mais de dez alunos prestando o exame. A constatação veio na pesquisa de Rodrigo Travitzki para um doutorado-sanduíche pelas universidades de São Paulo e de Barcelona.

Professor no Ensino Médio há quase 15 anos, Rodrigo, que dá aula no Colégio Equipe, em São Paulo, questiona também a divulgação do ranking por escolas. “Temos de tomar cuidado ao usar um teste individual para avaliar instituições e cuidado ao usar o ranking do Enem, que não informa aquilo que as pessoas acham que ele informa”, afirma a Carta na Escola.
FONTE: Carta na escola

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Título, tema e parágrafo

Sempre que nos referimos sobre a presente tríade (título, tema e parágrafo), relacionamo-na às partes elementares pelas quais se perfaz toda construção textual. Considerando que esta requer habilidades por parte do emissor, e que, sobretudo, compõe-se de técnicas específicas, enfatizaremos a seguir sobre a importância, conceito e aplicação referente aos três elementos anteriormente mencionados.

Em se tratando da composição de um texto, torna-se necessário, antes de qualquer procedimento, sabermos o assunto sobre o qual iremos discorrer. Conjuntamente a isso, e de maneira essencial, elencarmos todas as ideias e argumentos que a ele são peculiares.

Atenhamo-nos, em uma primeira instância, ao tema, haja vista que esse se refere à ideia-núcleo, proporcionando ao emissor uma gama de posições a serem discutidas acerca de um determinado assunto. Contextualizando-o aos casos de maior recorrência, apontamos a maioria dos concursos públicos e vestibulares, dentre os quais são disponibilizados uma multiplicidade de coletâneas, sejam elas matérias jornalísticas, charges, cartuns, poemas, fragmentos de obras literárias, entre outras. Todas retratando sobre a mesma unidade temática.

Definidos os propósitos sobre os quais incidirão de forma direta na exposição das ideias, é chegado o momento de focalizarmos nossas atenções para o título do texto, mesmo porque já apreendemos que o tema caracteriza-se por apresentar uma abrangência um pouco mais ampla. Já o título, sintetiza a ideia ora em discussão, individualizando-a, tornando-se de fundamental importância para a produção textual.

Faz-se necessário que o mesmo esteja em consonância com o tema e, principalmente, se mostrando atrativo, com vistas a despertar a curiosidade no leitor para se interagir com o discurso apresentado, pois a coerência, um dos elementos também considerados primordiais, começa a partir do próprio título. Daí a importância de se preservar a essência, ou seja, a própria intencionalidade discursiva.

Imbuídos do objetivo de compreendermos de forma sistemática sobre tais aspectos, consideraremos os exemplos em evidência:

Tema:
A influência exercida pelos meios de comunicação na convivência humana.

Partindo dessa premissa, procuraremos delimitá-la de modo a definirmos um título:
A televisão como norteadora das relações familiares.

Desta feita, concluímos que embora o assunto central manteve-se intacto, focalizou-se mais especificamente para os efeitos relacionados à televisão.Tendo em vista a complexidade condizente à “arquitetura” de um texto, ressaltamos a composição dos parágrafos, responsáveis pela atribuição das ideias que, a partir de uma principal, desenvolvem-se outras secundárias interligadas entre si.

Estes, esteticamente, constituem todo o texto, razão pela qual os mesmos devem apresentar-se bem distribuídos, de modo a retratar de forma lógica e coerente o discurso abordado, promovendo assim uma verdadeira interação entre os interlocutores envolvidos.
FONTE: Português

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Opinião

Em meio às manifestações ocorridas neste último período, vejo que todas as classes estão abrindo diálogo, saindo às ruas e pedindo melhorias em todos os setores. É uma triste realidade ver que ainda falta "tudo" num país tão rico como o nosso. No entanto, alguns pontos me chamam atenção. Primeiramente, eu sempre pensei que minha classe (EDUCAÇÃO) era uma das mais desunidas, porém vejo que também não é assim. Há um profundo e absurdo jogo de interesses na classe médica do Brasil. São profissionais que mereciam/merecem destaque? Com certeza, estão trabalhando para salvar vidas, ajudar a população, são indispensáveis. No entanto, olhando os protestos dos mesmos, há outro lado por trás da moeda. Os médicos são um dos profissionais mais bem pagos, com relação a outros setores, mas também são altamente individualistas, acham que só os mesmos estudaram, não querem repartir o bolo com ninguém, se acham intocáveis entre outras coisas. Vejo aqui muitos protestarem com o governo pela importação de médicos de fora, ora num preciso nem fazer pesquisas na mídia sobre a falta de profissionais da área, só visitar nosso interior e ver a ausência desses mesmos profissionais, a resposta está na cara, só não ver quem não quer. O individualismo, que falei, é notado com o ATO MÉDICO, aprovado pela câmara, em que se coloca para baixo o poder de vários profissionais como fisioterapeutas, nutricionistas, enfermeiros... e ainda afirmam que passaram anos estudando para ter esse direito, mas será que os demais profissionais também não chegaram a passar noites em claro para ter o diploma e poderem trabalhar não? O nome a isso eu chamo de INDIVIDUALISMO sim! Chega de COOPERATIVAS MÉDICAS. Isso são apenas alguns pontos, tem muito mais por debaixo dos panos. Enfim, acho que todas as classes deveriam pensar num conjunto e andarem num coro só. As regalias devem ser repartidas para todo. Temos um país clamando por mais EDUCAÇÃO, por mais SAÚDE, SEGURANÇA... E não é desse jeito que se resolve as coisas.

Artigo de Opinião - O desamparo

Título: O desamparo

Chegar à velhice, para muitos, passou a ser sinal de desamparo, tristeza. O idoso, para algumas famílias, tornou-se um fardo pesado, pois estas esquecem que ele é a voz da experiência, a fonte de sabedoria, que devem ser amados e respeitados.

A família, que tem o dever de zelar por seu idoso, fazê-lo com que se sinta útil em seu convívio e enfatizar da sua importância no âmbito familiar, são os que mais transmitem o sentimento de abandono, fazendo-o sentir-se ignorado, desvalorizado, excluído.

Shakespeare retratou bem essa realidade no livro Rei Lear, que conta a história de um rei que ao chegar à velhice, se vê obrigado a dividir seu reino entre suas três filhas. Olhos cobiçosos por parte de duas delas fizeram-nas demonstrar um falso amor incondicional, quando na verdade só queriam apoderar-se da riqueza do pai, o considerando inútil, velho, incapaz; enquanto uma delas, que realmente o ama, fala a verdade e é renunciada, contudo, continua protegendo e livrando o seu amado pai, mesmo à distância, das maldades de suas irmãs.

Infelizmente isso é mais comum do que imaginamos, existem muitos filhos que “cuidam” de seus pais visando os seus bens materiais; enganando quem realmente os ama, preocupa-se com seu bem estar e cuidou deles um dia.

Todos chegarão à velhice um dia, e para melhor passarmos nessa fase, devemos tornar-nos sábios; assim escaparemos do ódio, esquecimento, sofrimento, falsidade... Lear não foi sábio, por isso fora enganado por suas próprias filhas, e acabou sofrendo deveras atrocidades.

Alana Emile Pinto Carvalho

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Aulas na internet ajudam aluno a se preparar para Enem

Ao lado de apostilas, revisões, exercícios e fichas de memorização, as videoaulas disponíveis na internet também servem como material de estudo para as provas do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio).

"A formação do aluno ocorre basicamente ao longo do ensino médio, mas toda e qualquer forma de ação complementar é importante para o preparo do aluno para o exame", afirma o professor Leonardo José Steil, da UFABC (Universidade Federal do ABC), instituição de ensino superior que oferece gratuitamente a 160 estudantes de Mauá (região metropolitana de SP) um curso preparatório para o Enem.
O professor cita ainda outra vantagem. "São uma alternativa interessante por estarem disponíveis a qualquer momento." Essa acessibilidade e a interdisciplinaridade são, de acordo com ele, descrevem o potencial de contribuição das videoaulas no processo de aprendizado do estudante.
Segundo Steil, o ideal é retomar conteúdos clássicos, aplicados à problemática do cotidiano, pois o "formato adotado pelo Enem promove uma abordagem interdisciplinar de temas cada vez mais atuais".

Estudo
Com mais de um bilhão de acessos mensais, o Youtube é um dos principais meios para localizar videoaulas focadas em disciplinas tradicionais que caem no Enem. Como qualquer pessoa pode postar uma videoaula, o mais recomendado é buscar as mais vistas e as avaliadas positivamente pelos usuários.
Se tem uma deficiência em uma determinada disciplina, faça buscas específicas sobre o assunto para localizar as videoaulas referentes. Também não descarte na busca os que foram postados em anos anteriores: como o conteúdo é voltado para o Enem, eles continuam atuais.

FONTE: UOL

sábado, 29 de junho de 2013

Vamos falar de RESUMO

Por que resumir um texto? Qual a finalidade?
Bom, a verdade é que se resumo não fosse bom, o professor não insistia em cobrar ou aconselhar que fosse feito!

Resumir é o ato de ler, analisar e traçar em poucas linhas o que de fato é essencial e mais importante para o leitor.

Quando reescrevemos um texto, internalizamos melhor o assunto e não nos esquecemos dele. Afinal, não aprendemos com um simples passar de olhos pelas letras! Dessa forma, podemos até dizer que lemos o texto, mas quanto a assimilar...será difícil afirmar que sim!

O fato de sintetizar um texto ou capítulos longos pode se tornar um ótimo hábito e auxiliá-lo muito em todas as disciplinas, pois estará atento às ideias principais e se lembrará dos pontos chaves do conteúdo.

Expor o texto em um número reduzido de linhas não parece ser fácil? Não se preocupe, a seguir estão alguns passos para se fazer um bom resumo e se dar bem:
- Faça uma primeira leitura atenciosa do texto, a fim de saber o assunto geral dele;
- Depois, leia o texto por parágrafos, sublinhando as palavras-chaves para serem a base do resumo;
- Logo após, faça o resumo dos parágrafos, baseando-se nas palavras-chaves já destacadas anteriormente;
- Releia o seu texto à medida que for escrevendo para verificar se as ideias estão claras e sequenciais, ou seja, coerentes e coesas.
- Ao final, faça um resumo geral deste primeiro resumo dos parágrafos e verifique se não está faltando nenhuma informação ou sobrando alguma;
- Por fim, analise se os conceitos apresentados estão de acordo com a opinião do autor, porque não cabem no resumo comentários pessoais.

Por Sabrina Vilarinho

terça-feira, 25 de junho de 2013

Boa redação no Enem pede domínio da dissertação e de atualidades


Parte importante da nota final do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), a redação requer que o estudante tenha domínio do gênero dissertativo-argumentativo e esteja por dentro das atualidades do Brasil e do mundo.


"O aluno precisa conhecer as características da dissertação. A partir daí, ele deve observar bem o tema cobrado, que geralmente envolve alguma atualidade, e ter cuidado com a coerência, coesão e a estética do texto", diz Alex Sander Costa Figueiredo, professor de redação, português e literatura do colégio Magnum Buritis, de Belo Horizonte.

Margareth Stockmann, professora de redação do colégio Vértice, concorda e afirma que o Enem deixa muito claro o que quer já no edital. "A estrutura é como uma forma para colocar uma massa de bolo", analisa. "Deve ter uma apresentação do assunto, a tese, que vai ser seu ponto de vista, a argumentação nos demais parágrafos e uma conclusão".

Como os temas de redação do Enem costumam ser de cunho sociológico ou filosófico, a apresentação de uma resolução para o problema, que pode ser explanada na conclusão, é uma boa dica.

"O exame geralmente pede uma solução para os problemas do país. É claro que muitos não têm, mas o aluno é convidado a fazer isso. Ele tem que opinar, mesmo que suas ideias não sejam exequíveis a curto prazo", diz Ednir Melo Barbosa, professora de redação da Oficina do Estudante.

Figueiredo acredita que o estudante deve ter cuidado com o excesso de informalidade. "Os jovens estão muito acostumados a usar gíria, mas na redação devem manter a norma culta e evitar repetições de palavras". 

Já na hora de fazer citações, Stockmann pede cautela. "Não se pode levar isso ao pé da letra, porque se você usar demais, acaba virando uma compilação, não um texto seu", analisa. "Você pode abordar na apresentação do assunto, no meio do argumento, mas cite com conhecimento de causa".

Os professores também concordam em um ponto: a aquisição de um texto argumentativo consistente só é alcançada após muita leitura e prática. Refazer propostas de anos anteriores e ler jornais e revistas são atividades imprescindíveis. 

"Leia editoriais de jornais, artigos de bons articulistas, porque eles agregam à sua escrita, trazem vocábulos que você pode se apoderar para pôr em seu texto", indica a professora do Vértice.


Temas


Os temas dos últimos anos de redação do Enem abordaram a imigração para o Brasil, o viver em rede no século 21 e o trabalho na construção da dignidade humana.

Para Ednir, da Oficina do Estudante, esse estilo deve ser mantido nesse ano. "Eles têm abordado temas de cunho social, que todos os brasileiros conhecem e vivem", analisa. "Ano passado, imigração, foi um ponto fora da curva. Embora seja comum, não era algo que a maioria estava informada".

Seguindo esse padrão, a docente acredita que o tema de 2013 pode estar envolvido com os movimentos populares, como os de minorias (homossexuais, deficientes físicos, etc) e a questão de terras indígenas.


Mudanças


Após redações apresentarem trechos com receita de macarrão e hino de time de futebol, o Enem passará por mudanças na correção dos textos a partir desse ano. Escrever frases completamente desconexas com o resto da dissertação agora dará nota zero ao estudante.

A prova também vai ter correções mais rigorosas em relação a ortografia. De acordo com o ministro Aloizio Mercadante, erros ortográficos serão aceitos como excepcionais e sem reincidência.

Outro fator que mudou foi em relação a discrepância para as redações terem uma terceira avaliação. Até o Enem 2012, era preciso ter diferença de 200 pontos entre as notas dos avaliadores. Neste ano, a diferença para uma prova ter terceira avaliação será de apenas 100 pontos.

Fonte: Uol

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Da teoria à prática


Nessa segunda-feira (03/06) foi realizada, segunda etapa de um trabalho iniciado na escola nas aulas de Redação enfocando o gênero Relatório, uma aula de campo na empresa Água Mineral Cristalina do Oeste, na cidade Apodi/RN, com os alunos do 9°A e B do Pequeno Príncipe. Fomos recepcionados pelo vereador Bráulio Ribeiro que dispôs de alguns funcionários para conduzir a visita. Os alunos, atentos às explicações, fotografaram, fizeram inúmeras anotações, pesquisaram e perguntaram sobre a história da empresa, o processo de extração da água como também sua fabricação para todo Brasil.



Desde já, agradeço a todos os presentes como o vereador Bráulio Ribeiro por ceder o espaço para realização da atividade prática; as amigas de trabalho Suelly Oliveira e Jeane Mércia pela colaboração e a todos que participaram (direta ou indiretamente).


quarta-feira, 29 de maio de 2013

Nostalgia: Confira materiais escolares famosos que caíram em desuso

Com a tecnologia e o surgimento de novos produtos, muitos dos itens básicos da escola mudaram ao longo das últimas décadas. Confira aqui dez itens que não podiam faltar na escola. Mimeógrafo foi um dos primeiros sistemas de cópias em série utilizados no ensino. Para isso, é necessário álcool e um tipo de papel chamado estêncil´

Muito utilizado na educação infantil, o ábaco é um instrumento antigo de cálculo formado por uma moldura com bastões ou arames paralelos, correspondentes cada um a uma posição digital (unidades, dezenas, etc) e nos quais estão os elementos de contagem (fichas, bolas, contas) 

Sonho de consumo das meninas no início da década de 90, o estojo maleta tinha canetinhas hidrográficas, lápis de cor, giz de cera, tintas de aquarela, borracha, régua, tesoura, pincéis, clips para papel, entre outros materiais 

Com o slogan "eu tenho, você não tem", as tesourinhas com o formato do rosto do Mickey e da Minnie da empresa Mundial também fizeram bastante sucesso

O lápis tabuada era o favorito das crianças que ainda não tinham decorado a tabela de multiplicação na escola 
Antes do surgimento dos grandes buscadores online, a Enciclopédia Barsa era a principal forma de pesquisa para trabalhos escolares. A Enciclopédia Britânica, outra série famosa, anunciou no ano passado que deixou de fazer edições impressas

Alavancado pelo sucesso de Ayrton Senna na fórmula 1, o apontador capacete também era um material escolar bastante presente nos estojos das crianças


Com o estojo automático, apertando um botão aparecia a cola, outro a borracha. Os lápis ficavam no compartimento de baixo

Em formato de caneta, a borracha troca ponta vinha com refis de diversas cores

Lapiseira troca ponta. Quando uma ponta acabasse, era só trocar por outra e pronto. Era o fim do apontador 


FOnte: UOL