quarta-feira, 29 de maio de 2013

Nostalgia: Confira materiais escolares famosos que caíram em desuso

Com a tecnologia e o surgimento de novos produtos, muitos dos itens básicos da escola mudaram ao longo das últimas décadas. Confira aqui dez itens que não podiam faltar na escola. Mimeógrafo foi um dos primeiros sistemas de cópias em série utilizados no ensino. Para isso, é necessário álcool e um tipo de papel chamado estêncil´

Muito utilizado na educação infantil, o ábaco é um instrumento antigo de cálculo formado por uma moldura com bastões ou arames paralelos, correspondentes cada um a uma posição digital (unidades, dezenas, etc) e nos quais estão os elementos de contagem (fichas, bolas, contas) 

Sonho de consumo das meninas no início da década de 90, o estojo maleta tinha canetinhas hidrográficas, lápis de cor, giz de cera, tintas de aquarela, borracha, régua, tesoura, pincéis, clips para papel, entre outros materiais 

Com o slogan "eu tenho, você não tem", as tesourinhas com o formato do rosto do Mickey e da Minnie da empresa Mundial também fizeram bastante sucesso

O lápis tabuada era o favorito das crianças que ainda não tinham decorado a tabela de multiplicação na escola 
Antes do surgimento dos grandes buscadores online, a Enciclopédia Barsa era a principal forma de pesquisa para trabalhos escolares. A Enciclopédia Britânica, outra série famosa, anunciou no ano passado que deixou de fazer edições impressas

Alavancado pelo sucesso de Ayrton Senna na fórmula 1, o apontador capacete também era um material escolar bastante presente nos estojos das crianças


Com o estojo automático, apertando um botão aparecia a cola, outro a borracha. Os lápis ficavam no compartimento de baixo

Em formato de caneta, a borracha troca ponta vinha com refis de diversas cores

Lapiseira troca ponta. Quando uma ponta acabasse, era só trocar por outra e pronto. Era o fim do apontador 


FOnte: UOL

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Escola e Redes Sociais: combinação possível?


Escola e mídia. Duas instituições que estão cada vez mais próximas e, ao mesmo tempo, distantes. Embora não faltem teorias, estudos e cursos que defendam o trabalho conjunto entre elas, a interface não é das melhores. Muitas escolas ainda não sabem lidar com os meios de comunicação, cada vez mais presentes, influentes e ao alcance de crianças desde a Educação Infantil.


Em junho do ano passado, a mídia noticiou com grande destaque o caso da estudante Jannah Nebbeling, 15 anos, aluna do Colégio PH, no Rio de Janeiro. Na época, ela disse ter sido coagida pela direção da escola por ter criado uma comunidade no Facebook para debater assuntos escolares e divulgar as respostas dos deveres de casa que valiam pontos. A página era acessada por cerca de 700 alunos. Para a estudante, uma ação normal. Para a escola, uma cola virtual.
O caso foi parar na polícia. A mãe da aluna processou a escola pela forma como a instituição conduziu o problema: suspendeu a aluna por cinco dias. A escola diz ter chamado o responsável de cada aluno que estava participando da comunidade para uma conversa particular, explicando que se tratava de uma cola indevida, um processo não pedagógico.
revistapontocom conversou com especialistas nas áreas de tecnologia e educação para contribuir com o debate. Afinal, como é possível estabelecer uma interface criativa e construtiva entre a escola e, hoje, as redes sociais? Como eles avaliam o caso da aluna? Que pontos positivos é possível tirar deste caso?
Professor do Colégio Pedro II, Sérgio Lima afirma que a aluna fez um “uso pobre” das redes sociais. “As respostas dos deveres poderiam ter sido usadas para trocas de conhecimento entre os alunos, para que todos aprendessem mais sobre as questões. Pelo que entendi, as trocas tinham como único objetivo fraudar o sistema de notas da escola. Logo, um uso conservador e limitado das possibilidades ricas de aprendizagem que as redes sociais oportunizam”, destaca.
A ação da aluna, na visão do professor, pode ser considerada como um resultado conservador do sistema de avaliação da escola, que, de certa forma, incentiva a necessidade dos alunos colarem. Para Sérgio, se as escolas continuarem funcionando e propondo atividades condizentes com os resquícios da sistematização da Era Industrial, essas contradições serão cada vez mais frequentes. “Se a escola mudar as formas de aprendizagem e avaliação, a cola poderá não fazer mais sentido”, avalia.
Para o professor, o episódio é um prato cheio para as escolas que desejam continuar fechadas para o novo mundo tecnológico. Mas também é, ao mesmo tempo, uma ótima reflexão para as que querem, de fato, ampliar suas potencialidades e limites. “As escolas que querem uma desculpa para continuarem no século XIX poderão tomar este episódio como argumento a favor de seu neoludismo – uma ideologia que se opõem às novas tecnologias. Já as escolas que sabem que os desafios para se educar no nosso atual contexto informacional são enormes tomarão este episódio como um convite para a reflexão”.
Tarefa nada fácil. Afirma a professora Camila Lima Santana, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do IF Baiano. Ela reconhece a dificuldade, pois as escolas estão enraizadas em práticas lineares, segmentadas. E tudo que possibilite uma abertura, uma novidade, um caminho em que não se saiba trilhar, dá medo. Mas é preciso rever, refletir. “E reconhecer esses espaços digitais para além do ócio e das inutilidades. É fundamental pensar as redes sociais como locus de informação, de troca de saberes e aprendizagem”, conta.
Mestre em Educação e Contemporaneidade pela Universidade do Estado da Bahia (Uneb), Camila destaca ainda que as redes sociais são espaços de interação humana. “Os sites de redes sociais não são culpados por atos de violência, agressão, cola, por nada. Os sujeitos que agem dessa maneira na rede, agem em outros espaços. O que a internet permite é que essas práticas sejam divulgadas e atinjam maior número de pessoas. Somos nós, humanos, que fazemos os espaços serem o que são e terem as utilidades que desejamos”.
Andrea Ramal faz coro às observações de Camila. E vai mais além. Segundo ela, que é especialista em novas tecnologias, a internet não é um material didático pronto. É preciso que o uso de qualquer recurso, inclusive das redes sociais, com finalidades educacionais, seja fundamentado por um projeto pedagógico consistente. Para Andrea, o limite começa a existir quando as redes sociais, em vez de servirem para o desenvolvimento das pessoas e o crescimento dos estudantes, por meio do compartilhamento de conhecimentos e da comunicação intersubjetiva, começam a serem usadas com finalidades que ferem a ética. Para a especialista, cabe aos educadores – na escola e na família – orientarem os estudantes neste sentido.
“As redes sociais potencializam as atividades que se realizam em grupo, pois por meio delas os alunos podem se relacionar com outras pessoas. Pode haver produção coletiva de conhecimento, numa espécie de rede cooperativa de aprendizagem. Acredito que as redes sociais vão ajudar a fazer da sala de aula um ambiente mais interativo e dialógico, pois o modelo unidirecional da comunicação, no qual o professor fala e o aluno ouve, será substituído pelo modelo das redes em que todos os sujeitos têm vez e voz”.
Então as escolas que usam as redes sociais no ensino estão a um passo à frente das que não usam? Para Andrea, estas escolas provavelmente estão educando os alunos para conviver com naturalidade e consciência no mundo digital. “Escolas que ainda não usam precisam ficar atentas: podem estar educando os alunos ainda na lógica do papel e da caneta, da comunicação bidirecional, dos conhecimentos lineares. Mas as que usam também devem abrir os olhos: “o uso de redes sociais na educação depende, sim, de um planejamento pedagógico consistente”, pondera Andrea Ramal.
FONTE: Revista PontoCom

sábado, 25 de maio de 2013

Debate


Durante a semana, de 20 a 24 de maio, tive a oportunidade de lançar alguns projetos nas escolas, EMPJPB - Escola Municipal Professor José do Patrocínio Barra - e CLPP - Colégio Luz Pequeno Príncipe -, nas cidades de Felipe Guerra e Apodi, respectivamente. Na Escola Municipal, já mostrei o trabalho em matérias anteriores. Hoje estou aqui para divulgar algumas imagens como também em breve mostrar o vídeo na íntegra do que aconteceu no dia 23 de maio no Colégio Luz aonde os alunos desta escola promoveram um debate saudável envolvendo dois temas que foram-lhes propostos: "Copa do Mundo no Brasil e nosso estado"; "A influência dos meios de comunicação no trabalho policial/social". Tivemos como alguns objetivos de mostrar o poder de convencimento dos alunos; a forma de seleção dos argumentos; a participação ativa de apresentação em público; criação de gêneros textuais, além do Debate, que é um gênero oral, também confeccionaram um Artigo de Opinião; entre tantos. As turmas se dividiram em quatro grupos de 4, sendo que 2 grupos se posicionaram à favor de um dos temas e 2 eram contra. Houve também a participação de 2 moderadores que tomavam conta do debate fazendo apresentação dos grupos, dando direito de fala, ordenando o tempo para réplicas e tréplicas, etc. No final, houve um júri composto por 8 alunos que tinham direito a 1 voto, uma aluna da 3° do E/M para o 2º voto; caso chegasse um empate, eu teria que dar o voto de desempate. Enfim, foram momentos muito proveitosos em que todos desempenharam seu papel. Como disse antes, postarei o vídeo editado em breve.


quinta-feira, 23 de maio de 2013

Confira sete dicas para manter a concentração durante os estudos


 

Organização dos conteúdos - O vestibulando deve saber quais são suas maiores dificuldades e redobrar a atenção nessas matérias. "Estude em uma evolução crescente, buscando atingir cinco horas de total concentração e dedicação aos estudos", orienta o coordenador do CPV Vestibulares.

  • Um dos primeiros passos para ser aprovado no vestibular (seja no meio ou no final do ano) é a concentração nos estudos. Você consegue manter o foco? Confira sete dicas do coordenador pedagógico do CPV Vestibulares, Élcio Bertolla, para melhorar a concentração;
  • Local de estudo organizado - Para se concentrar bem na hora do estudo é preciso silêncio, tranquilidade, um lugar isolado e bem iluminado. O estudante deve deixar as distrações, como celulares, de lado ;
  • Sem música na hora de estudar - A música na hora dos estudos atrapalha e contribui para a desatenção. "É muito importante que, ao estudar, o aluno reproduza e simule o momento e ambiente das avaliações. E como os locais dos exames são silenciosos, é importante ter a concentração em mente", afirmou Bertolla ;
  • Escreva - Escrever ajuda a compreender o assunto que está sendo estudado. "Se o aluno se render apenas à leitura do conteúdo, pode perder a concentração. A escrita ajuda na hora de relembrar o conteúdo, no momento em que é cobrado na prova", disse o coordenador do CPV Vestibulares;
  • Faça resumos - Copiar toda a matéria não vai fazer com que tudo seja compreendido. O ideial é fazer um fichamento com as partes mais importantes do tema e montar um resumo com as próprias palavras, o que pode facilitar o entendimento na hora da revisão 
  • Sem aparelhos eletrônicos - O coordenador pedagógico do CPV Vestibulares acredita que tablets, celulares e computadores não devem ser utilizados na hora de estudar. "Os professores ainda são partidários do lápis e caderno no momento do estudo. É importante ressaltar que, no momento da prova, todo e qualquer aparelho eletrônico não poderá ser usado" 
  • Faça pausas - Fazer pausas durante as sessões de estudo ajuda na memorização do conteúdo. "É preciso fazer uma breve pausa para assimilar as informações e também dar um descanso para que a rotina de estudos não se torne algo maçante e mal aproveitado", explica Bertolla.
Fonte: UOL

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Artigo de Opinião


No contexto atual, juventude é, idealmente, o tempo em que se completa a formação física, intelectual, psíquica, social e cultural, processando-se a passagem da condição de dependência para a autonomia em relação à família de origem.

No livro “Tom Sawyer” relata que para o garoto sobreviver na sociedade tem que ter como arma principal a inteligência, ou melhor, a malandragem. Usar a esperteza para se sair de situações inusitadas ou negociar quando está em condições de desvantagem! Depois se tornam capazes de ter filhos, construir uma família, ter responsabilidades, dificuldades, encontrar o primeiro emprego não é uma das tarefas mais fáceis.

Por um lado, a juventude é o momento que o individuo começa a ampliar suas responsabilidades e responder individualmente as diversas relações sociais que o cercam. Por outro lado, este é um período de transição, de diversas transformações biológicas e psicológicas, é deixar de ser criança e ainda não ser um adulto.

Em vista disso pode-se concluir que Juventude é a fase de descobrir, conhecer algo novo, pessoas novas, encontrar dificuldades em alguns caminhos que tomamos, batalhar, conseguir, errar, e depois de tudo olhar para trás e vê que todos os esforços todos os erros, foram válidos. "O alicerce fundamental da nossa obra é a juventude."

Elaborado pela aluna Bruna Silveira do Colégio Luz Pequeno Príncipe