quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Filmes que podem ajudar a construir o desenvolvimento do seu texto

Para tirar o tão sonhado 1000 na redação do ENEM, além de praticar, é necessário ter argumentos fortes e autorais. Aproveitando que o fim de semana está tão próximo, que tal aproveitar para ver filmes com temas que podem ajudar a criar esses argumentos em seus textos?

O cinema nacional está cheio de bons exemplos! A equipe Imaginie escolheu 5 filmes que tem ideias interessantes para você curtir no fim de semana e refletir sobre alguns tópicos que são assuntos recorrentes em nossa sociedade.

Podemos pegar a pipoca?

Hoje eu quero voltar sozinho
Dirigido por Daniel Ribeiro (2014, 96 min)



Leonardo (interpretado por Guilherme Lobo) é um estudante de ensino médio cego que passa por uma série de conflitos comuns a todos os adolescentes brasileiros. Pensando em se tornar independente, Leonardo e sua amiga Giovana (interpretada por Tess Amorim) discutem sobre a vida e questões universais. Contudo, essa amizade pode ser abalada com a chegada de Gabriel (Fabio Audi), por quem Leonardo acaba se apaixonando. Nesse filme, vamos ver o problema do Bullying, a questão da falta de acessibilidade para deficientes visuais na cidade e na escola, a superproteção dos pais. Também é abordada questão da homossexualidade, fato que ajuda a quebrar muitos tabus!

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Dica para construção de uma boa Redação para o ENEM

Existe receita ou fórmula para uma boa redação? Provavelmente essa pergunta permanece na mente de diversos alunos, principalmente quando a sua capacidade escrita é colocada à toda prova no vestibular. Não só no ENEM, como em outras instituições, é exigida do candidato uma redação dissertativa argumentativa, em que ele deve se posicionar perante um assunto e defender o seu ponto de vista, com o objetivo de convencer o leitor a adotá-lo.

Mas, não é apenas isso. O ideal é entender que a construção do texto é feita a partir de regras importantes que não devem ser ignoradas, a não ser que você não queira tirar mil na redação.

Seja coerente

Se lhe for questionado a respeito da escassez de água em alguns estados brasileiros, você não pode argumentar sobre os conflitos no Oriente Médio! A coerência tem sido um fator marcante no que diz respeito às baixas notas em redação do ENEM, já que muitos alunos não conseguem seguir uma linha de raciocínio adequada, ou terminam por se contradizerem durante a construção da estrutura dissertativa.

Além disso, em muitos casos, os candidatos fogem completamente à proposta da redação, o que compromete e muito, a nota final. Por isso, é importante estar atento novamente às regras que englobam o gênero textual dissertativo argumentativo, já que a coesão nada mais é do que o conjunto de fatores que contribuem para a melhor construção do texto, atribuindo-lhe solidez. Para facilitar, pense da seguinte forma: escreva uma redação na qual você gostaria de ler, que faça sentido e agregue valor ao seu conhecimento.

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Filmes que podem ajudar a construir o desenvolvimento do seu texto

Para tirar o tão sonhado 1000 na redação do ENEM, além de praticar, é necessário ter argumentos fortes e autorais. Aproveitando que o fim de semana está tão próximo, que tal aproveitar para ver filmes com temas que podem ajudar a criar esses argumentos em seus textos?

O cinema nacional está cheio de bons exemplos! A equipe Imaginie escolheu 5 filmes que tem ideias interessantes para você curtir no fim de semana e refletir sobre alguns tópicos que são assuntos recorrentes em nossa sociedade.

Podemos pegar a pipoca?

Cidade de Deus

Dirigido por Fernando Meirelles (2002, 130 min.)



Um dos mais prestigiados filmes brasileiros, Cidade de Deus concorreu a 4 Oscars em 2004. Nele, temos a história de vários personagens, moradores da Cidade de Deus, no Rio de Janeiro.(Boa parte dos atores não eram profissionais ainda e moravam na comunidade! :o) No enredo do filme, temos uma retratação do crime organizado, do tráfico de drogas e da violência, feita de forma realista e chocante. Contudo, podemos ver o outro lado da moeda dessa história. O preconceito, a ambição, medo estão presentes na trama e nos fazem refletir sobre esse difícil tema.

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Dica para construção de uma boa Redação para o ENEM

Existe receita ou fórmula para uma boa redação? Provavelmente essa pergunta permanece na mente de diversos alunos, principalmente quando a sua capacidade escrita é colocada à toda prova no vestibular. Não só no ENEM, como em outras instituições, é exigida do candidato uma redação dissertativa argumentativa, em que ele deve se posicionar perante um assunto e defender o seu ponto de vista, com o objetivo de convencer o leitor a adotá-lo.

Mas, não é apenas isso. O ideal é entender que a construção do texto é feita a partir de regras importantes que não devem ser ignoradas, a não ser que você não queira tirar mil na redação.

Fique atento quanto à gramática

Estar em dia com a grafia correta das palavras, além das normas cultas da língua, é de suma importância para a sua redação! Muitas vezes, o candidato desenvolve um texto consistente, que atende a todas as propostas exigidas pela instituição, mas peca por erros gramaticais que refletem diretamente em sua nota final. Aqui, a dica é praticar a redação regularmente, não deixando de consultar o dicionário, quando necessário. Além disso, faça uso de um vocabulário amplo e evite a repetição de palavras ou ideias, pois estas podem tornar o texto redundante e cansativo.

terça-feira, 26 de maio de 2015

Dica para construção de uma boa Redação para o ENEM

Existe receita ou fórmula para uma boa redação? Provavelmente essa pergunta permanece na mente de diversos alunos, principalmente quando a sua capacidade escrita é colocada à toda prova no vestibular. Não só no ENEM, como em outras instituições, é exigida do candidato uma redação dissertativa argumentativa, em que ele deve se posicionar perante um assunto e defender o seu ponto de vista, com o objetivo de convencer o leitor a adotá-lo.

Mas, não é apenas isso. O ideal é entender que a construção do texto é feita a partir de regras importantes que não devem ser ignoradas, a não ser que você não queira tirar mil na redação.

Revise o seu texto

Por último, e não menos importante, leia (mais de uma vez) o seu texto ao finalizá-lo. Durante o processo de escrita, erros passam despercebidos pelo candidato por diversas razões, incluindo curto prazo e até mesmo cansaço. Portanto, faça uma leitura minuciosa, assumindo o papel de leitor (ou até mesmo de algum membro da comissão julgadora!), e corrija o que tiver de ser corrigido. Além disso, não deixe de analisar se alguma frase não ficou desconexa, ou se certa expressão pode ser contraditória ou interpretada de outra forma por quem está lendo.

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Qual a melhor estratégia de estudo para o ENEM?

Depois uma vida escolar descompromissada, muitos alunos chegam no 3o ano ou pré-vestibular sem condições pedagógicas para fazerem o ENEM, uma vez que a maioria das escolas, sejam elas públicas ou privadas, fingem que estão ensinando seus alunos, e estes fingem que estão aprendendo.

Diante do desafio do ingresso em uma boa universidade, estes alunos iniciam o ano com a famosa frase “agora vou estudar pra valer” e tentam recuperar o tempo perdido, aprendendo em um ano o que deveriam ter aprendido durante toda vida escolar. Encaram o desafio sem analisar a melhor maneira para estudar, a melhor estratégia a se adotar?

As universidades públicas de forma geral se dividem em dois modelos de seleção de candidatos: a maior parte atribui peso igual para as cinco áreas do conhecimento, Matemática, Ciências Humanas, Linguagens, Códigos, Ciências da natureza e Redação. Enquanto, outras universidades atribuem maior valor para determinadas disciplinas de acordo com o curso; por exemplo na UFRJ, para os cursos de engenharia, a prova de Matemática possui maior valor em relação à demais áreas. E é importante saber que a forma de ingresso na universidade poderá gerar variações na estratégia de estudo, contudo, os conceitos descritos abaixo servem para otimizar o resultado de forma geral, podendo ser aplicados nas diversas variações estratégicas de acordo com o modelo de ingresso da universidade que o candidato escolheu.

A reflexão natural do aluno geralmente o segue o fluxo a seguir:

Ora, se a nota para ingressar em uma faculdade pelo Enem é a média dos pontos obtidos nas cinco áreas do conhecimento, então, cada área é responsável por 20% dos pontos totais. Sendo assim, o aluno deve se dedicar às disciplinas de maior afinidade e ao mesmo tempo estudar para melhorar suas deficiências. Este raciocínio intuitivo é a orientação que milhares de instituições de ensino doutrinam seus alunos ao longo dos anos. Infelizmente elas estão erradas, existem três argumentos para comprovar isso.

Primeiro argumento

Para ilustrar minha teoria, vou usar o exemplo da área deCiências Humanas, que é formada pelas disciplinas de História, Geografia, Sociologia e Filosofia. Caso o aluno decida se dedicar à História, ele estará estudando apenas uma pequena fração do conteúdo cobrado pelo ENEM. O mesmo ocorre nas outras áreas, tais como Ciências da Natureza (Física, Química e Biologia) e Linguagens e Códigos (Português, Literatura e Língua Estrangeira). Assim, a Matemática é a única área objetiva, realmente responsável por 20% do valor total de pontos da prova.

Logo o aluno deve focar em matemática?

Segundo argumento

Dentre as áreas objetivas, seu foco deverá ser sim a Matemática, primeiro porque sozinha, é responsável por um quinto das questões do ENEM, mas existe outro motivo que faz com que a disciplina de Matemática seja especial. O ENEM calcula a nota do aluno usando a Teoria de Resposta ao Item (TRI) e esse modelo matemático faz com que, por melhor que o aluno seja em determinada área, ele não será capaz de tirar nota total. Vejam as notas máximas e mínimas no ENEM 2014.

1- Linguagens:
Mais alta: 813,3
Mais baixa: 261,3

2- Ciências Humanas:
Mais alta: 888,7
Mais baixa: 299,

3- Ciências da Natureza:
Mais alta: 901,3
Mais baixa: 311,5

4- Matemática:
Mais alta: 971,5
Mais baixa: 322,4

A Teoria de Resposta ao Item pode parecer injusta à primeira vista, mas trata-se de uma metodologia utilizada em testes consagrados no mundo inteiro, desde a década de 1950. O objetivo da TRI é justamente alcançar uma avaliação mais próxima do “conhecimento real” do candidato. Na prática, as questões mais difíceis valem mais e aquelas que todos acertam, equivalem a um valor menor de pontos. Neste sentido, a área deMatemática por exemplo, costuma ter notas mais altas justamente por ser a disciplina com menos acertos entre todos os candidatos.

Diferente das outras áreas, a Redação é subjetiva! Logo, o critério de correção é a média da avaliação de dois professores, sendo assim, possível de se chegar à nota mil.

Redação:
Mais alto: 1000
Mais baixo: 0

Por esse motivo, muitos alunos alcançam resultados superiores aos 900 pontos, o que é quase impossível nas outras áreas.

O terceiro argumento

Os alunos precisam de aptidão e onze anos de muita dedicação para dominar todo o conteúdo de Matemática e, ainda assim, somente os melhores da escola irão conseguir tirar por volta de 800 pontos. O mesmo acontece em outras áreas.

No entanto, um aluno pode fazer uma boa prova de Redaçãocom apenas 20 horas de estudos semanais, durante um ano. O conteúdo é pequeno e é relativamente fácil fazer uma boa redação, basta conciliar o hábito da leitura de temas da atualidade com a prática da escrita.

Conclusão

Observem o efeito da nota de Redação em dois candidatos para o curso de Medicina da UFMG:
Área REPROVADO APROVADO
Ciências da Natureza 760 760
Linguagens e Códigos 750 750
Ciências humanas 750 780
Matemática 820 820
Redação 750 950
Média 766 812

A maior parte dos candidatos à este está estudando Biologia e Química, enquanto deveriam estar se dedicando à redação de pelo menos um texto por dia. Pode parecer contra intuitivo, mas um resultado acima de 900 na Redação, é obrigação de qualquer candidato, especialmente quando se trata das Universidades e Cursos mais concorridos.
Fonte Imaginie 

domingo, 24 de maio de 2015

Filmes que podem ajudar a construir o desenvolvimento do seu texto

Para tirar o tão sonhado 1000 na redação do ENEM, além de praticar, é necessário ter argumentos fortes e autorais. Aproveitando que o fim de semana está tão próximo, que tal aproveitar para ver filmes com temas que podem ajudar a criar esses argumentos em seus textos?

O cinema nacional está cheio de bons exemplos! A equipe Imaginie escolheu 5 filmes que tem ideias interessantes para você curtir no fim de semana e refletir sobre alguns tópicos que são assuntos recorrentes em nossa sociedade.

Podemos pegar a pipoca?

O ano em que meus pais saíram de férias

Dirigido por Cao Hamburger, (2006, 110 min.)

                                                  

Ambientada em 1970, a obra relata a separação de uma criança de seus pais por uma justificativa aparentemente simples: eles saíram em férias. No entanto, já nas primeiras cenas descobre-se que a justificativa dada pelos pais era uma mentira. Eles não estão de férias, mas em fuga do aparelho repressivo da Ditadura militar, pois são militantes contra o regime político. A criança é deixada na casa de seu avô, que morre no mesmo dia de sua chegada. Às voltas com um mundo novo, Mauro (interpretado por Michel Joelsas), deve aprender a lidar com tudo à sua volta. Mauro é fascinado por futebol e o esporte tem um papel importante na construção da narrativa.

É um ótimo filme para se refletir sobre os impactos da Ditadura Militar, a relação do brasileiro com o futebol e o sentimento de nacionalidade.

terça-feira, 19 de maio de 2015

Aluno que ainda não faz o 3º ano não poderá usar Enem como vestibular

Candidatos da 2015 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) menores de idade, e que ainda não fizeram nem fazem o terceiro ano do ensino médio, estão proibidos de usar a nota do Enem para acessar o ensino superior sem passar pelo terceiro ano regular. Uma nova regra no edital divulgado nesta segunda-feira (18) explica que "o participante menor de 18 anos no primeiro dia de realização do Exame e que concluirá o ensino médio após 2015 não poderá utilizar os seus resultados individuais no Enem" em dois casos previstos no edital para maiores de idade: usar o Enem para pegar a certificação de conclusão do ensino médio e usar o Enem como mecanismo de acesso à educação superior em processos de seleção.

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) também incluiu, no edital, a possibilidade de "convidar" os participantes menores de 18 anos e que ainda não chegaram ao último ano do ensino médio "para aplicação do Enem Digital", ideia já defendida no início do ano pelo ex-ministro da Educação, Cid Gomes, e que o atual ministro, Renato Janine Ribeiro, já afirmou que continua em fase de estudos.

A regra cita dois artigos da Lei de Diretrizes e Bases da educação (LDB), publicada em 1996. O primeiro artigo (38º) diz que os exames supletivos "no nível de conclusão do ensino médio" é destinado "para os maiores de 18 anos".

O segundo (44º) afirma que a educação superior em cursos de graduação são abertos a candidatos "que tenham concluído o ensino médio ou equivalente e tenham sido classificados em processo seletivo".

Segundo o edital, então, um estudante menor de 18 anos, que não vá concluir o terceiro ano do ensino médio em 2015 não poderá se matricular em um curso de graduação, mesmo que seja aprovado, por causa de sua nota do Enem, em um vestibular ou processo seletivo, como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu).

Fonte G1

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Falta nas provas causará perda de isenção de taxa no Enem

Portaria do Ministério da Educação publicada sexta-feira (15) no Diário Oficial da União determina que candidatos isentos de taxa de inscrição no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) que não comparecerem nos dois dias de provas de forma injustificada perderão o benefício para a próxima edição.

O anúncio da nova regra foi feito pela pasta. O objetivo, segundo o governo, é diminuir os índices de abstenção e, com isso, evitar o desperdício de dinheiro público. “As ausências injustificadas de candidatos inscritos no Enem importam, anualmente, em prejuízos vultosos ao Erário”, informou a portaria.

Na edição do Enem do ano passado, dos 8.721.946 alunos inscritos, 2.494.477 faltaram aos dois dias de prova. O número representa índice de abstenção de 28,6%. A maior parte dos faltosos é composta por estudantes isentos da taxa de inscrição.

O ministro da Educação, Renato Janine, destacou que quase 30% das provas do Enem são impressas e transportadas, com infraestrutura e segurança previstas, para alunos que não comparecem. A pasta ainda vai definir quais serão as justificativas aceitas para a ausência de alunos nas provas.

Fonte Portal Terra

terça-feira, 17 de março de 2015

Origem da palavra DEMOCRACIA (Etimologia)

Origens

A palavra democracia tem sua origem na Grécia Antiga (demo=povo e kracia=governo). Este sistema de governo foi desenvolvido em Atenas (uma das principais cidades da Grécia Antiga). Embora tenha sido o berço da democracia, nem todos podiam participar nesta cidade. Mulheres, estrangeiros, escravos e crianças não participavam das decisões políticas da cidade. Portanto, esta forma antiga de democracia era bem limitada.
Atualmente a democracia é exercida, na maioria dos países, de forma mais participativa. É uma forma de governo do povo e para o povo.

Formas

Existem várias formas de democracia na atualidade, porém as mais comuns são: direta e indireta.
Na democracia direta, o povo, através de plebiscito, referendo ou outras formas de consultas populares, pode decidir diretamente sobre assuntos políticos ou administrativos de sua cidade, estado ou país. Não existem intermediários (deputados, senadores, vereadores). Esta forma não é muito comum na atualidade.
Na democracia indireta, o povo também participa, porém através do voto, elegendo seus representantes (deputados, senadores, vereadores) que tomam decisões em novo daqueles que os elegeram. Esta forma também é conhecida como democracia representativa.

Democracia no Brasil
Nosso país segue o sistema de democracia representativa. Existe a obrigatoriedade do voto, diferente do que ocorre em países como os Estados Unidos, onde o voto é facultativo (vota quem quer). Porém, no Brasil o voto é obrigatório para os cidadãos que estão na faixa etária entre 18 e 65 anos. Com 16 ou 17 anos, o jovem já pode votar, porém nesta faixa etária o voto é facultativo, assim como para os idosos que possuem mais de 65 anos.
No Brasil elegemos nossos representantes e governantes. É o povo quem escolhe os integrantes do poder legislativo (aqueles que fazem as leis e votam nelas – deputados, senadores e vereadores) e do executivo (administram e governam – prefeitos, governadores e presidente da república).

Pensamento da semana


domingo, 8 de março de 2015

7 dicas para formar filhos leitores

1. Comece a ler desde a gestação. Pode parecer estranho fazer a leitura de textos em voz alta para a barriga, mas está provado que – desde os primeiros meses de vida – os bebês são capazes de ouvir. E mais importante do que a escuta, é a criação do vínculo que pode se estabelecer entre pais, filhos e livros.


Alba Marina Rivera

2. Defina um tempo para leitura no dia a dia.Torne essa experiência algo que faça parte da rotina da família. Não é preciso criar grandes rituais, mas a frequência ajuda na construção do hábito.


Sophie Blackall

3.Deixe a vergonha de lado. Não tenha medo de resgatar o ator/atriz que há em você. Faça vozes, crie brincadeiras, divirta-se.


Дедушка Illustration

4. Fique atento à escolha de livros. O mercado está repleto de livros para crianças que não possuem qualidade literária e que subestimam a inteligência do leitor. Deixe de lado critérios como idade e gênero. Procure indicações que contemplem a experiência leitora, os interesses do seu filho e os temas que gostaria de apresentar a ele.



5. Frequente bibliotecas e livrarias.



6. Mantenha os livros ao alcance, mesmo no caso das crianças muito pequenas. Não tenha medo que eles se danifiquem. Livro bom é livro lido.



7. Ajude seu filho a formar uma biblioteca pessoal. Ela poderá ajudá-lo a contar a sua história de leitor. Invista uma parte do seu orçamento para compra de livros.

Fonte Ataba

segunda-feira, 2 de março de 2015

Confira 9 dicas para organizar os estudos em ano de vestibular


As aulas já começaram e com elas a preocupação com os estudos para o vestibular. Como será que devo organizar a minha rotina? Quantas horas por dia preciso estudar? Posso folgar nos finais de semana? Dá para trabalhar e estudar ao mesmo tempo?

De acordo com coordenador do curso pré-vestibular Anglo, de São Paulo, Alberto Francisco do Nascimento, a primeira medida que o estudante deve fazer é montar um cronograma diário de estudos. "Faça uma tabela dividindo a semana de segunda-feira a domingo e coloque os horários de aula, estudo e descanso", explica o coordenador.

Manter essa rotina de estudos é o ideal para conseguir bons resultados nos vestibulares. Além disso, para o professor Alberto, também é fundamental descansar. "O ideal é que o aluno estude até às 21h45 e esteja na cama às 22h, para que ele tenha um sono tranquilo, para acordar bem disposto e assistir as aulas com concentração", comenta.

Veja a seguir as principais dicas para manter a rotina e a disciplina dos estudos em ano de vestibular.

Aula dada é aula estudada Se você faz cursinho de manhã, a dica é estudar sempre a aula que teve no dia. "Após as aulas, é necessário que o estudante estude as matérias que teve. Não deixe nenhuma matéria para depois", diz o coordenador do Anglo.

Estude até o começo da noite Para quem vai no cursinho pela manhã, o melhor é começar a estudar às 15h e manter os estudos até às 19h. Depois disso, tire uma hora, de preferência antes da janta, para ler jornais e revistas.

Estude de segunda a sábado O estudante que consegue manter uma rotina de estudos de segunda a sexta, deve aproveitar o sábado para revisar o conteúdo visto durante a semana. O domingo deve ser de descanso. Já para aqueles que trabalham e fazem cursinho a noite, ou vão à escola pela manhã e ao cursinho à tarde, deve aproveitar o final de semana para estudar a matéria que teve durante a semana no curso pré-vestibular.

Não deixe de fazer redações Tente escrever uma redação por semana. "Se o estudante não está na escola ou cursinho, peça para um amigo ou familiar ler o texto, para apontar possíveis erros e acertos", comenta Alberto do Nascimento.

Resolva provas de vestibulares antigos A partir do segundo semestre, o estudante pode, uma vez por semana, resolver, destinar até duas horas por dia para fazer questões de vestibulares passados.

Revise o conteúdo perto dos vestibulares De acordo com o coordenador Alberto, a revisão para o vestibular deve ser feita de 3 a 4 semanas antes das primeiras fases das provas. A revisão para a segunda etapa deve ser feita assim que o candidato souber do resultado da primeira etapa do processo seletivo que está participando.

Simulados o dia da prova O ideal é que o vestibulando faça um simulado por mês. "Além de medir o seu conhecimento e saber as principais dúvidas, com o simulado o estudante também treina a situação de prova", explica Alberto. Mesmo para quem estuda em casa, dá para simular. Baixe provas antigas e tente representar um dia de prova em casa.

O ato de estudar é solitário O estudante precisa de um lugar calmo para estudar, sem interferências externas. Muitas vezes ficar em casa pode atrapalhar, por isso é recomendável que o estudante fique na escola, no cursinho ou em alguma biblioteca pública, para garantir a concentração.

Mantenha uma atividade física regular É importante que o vestibulando separe uma hora do seu dia, de duas a três vezes por semana, para exercícios físicos. "Aconselho que o estudante mantenha a cabeça voltada 100% para os estudos. Deixe de fazer algumas atividades extras, como ballet ou música. Só mantenha, regularmente, uma atividade física", comenta o coordenador.

Fonte Guia do Estudante

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

A menina raptada - Rafael Araújo

Era uma vez uma vila muito, muito distante, em que a vida seria perfeita, se não fosse pelos três porquinhos que habitavam a região. Eles sempre estavam armando truques para raptar alguém e levar para seu rei, o lobo.

As pessoas sempre se preveniam, mas nem sempre era possível evitar os três.

Certo dia, eles pegaram uma menininha que morava na vila e levaram-na para o lobo. A menina não sabia pra que os porquinhos queriam-na, e os perguntou:

– Para onde estão me levando?

– Para um lugar muito legal! - disse os três.

– É sério?

– Sim, claro!

Então os porquinhos levaram ela para o lobo, que disse:

– Isso é muito pouco! Preciso de mais comida!

Assim, os porquinhos voltaram para a vila, mas não conseguiram pegar nada. Voltaram para à toca do lobo, que falou:

– Se não conseguem trazer comida, terei que comer os três.

– Não vai! - falou o caçador que passava por lá, atirou no lobo, que não conseguiu se levantar e morreu.

Os porquinhos comemoraram muito. Daquele dia em diante a vila não foi mais aterrorizada e todos viveram felizes para sempre.
"O texto, acima, é um conto maravilhoso produzido por Rafael Araújo - aluno do Colégio Mater Christi. A proposta lançada foi de recriar um conto envolvendo personagens infantis já conhecidos, inserindo-os num novo contexto."

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Crônica: Gênero entre jornalismo e literatura

Assim como a fábula e o enigma, a crônica é um gênero narrativo. Como diz a origem da palavra (Cronos é o deus grego do tempo), narra fatos históricos em ordem cronológica, ou trata de temas da atualidade. Mas não é só isso. Lendo esse texto, você conhecerá as principais características da crônica, técnicas de sua redação e terá exemplos.

Uma das mais famosas crônicas da história da literatura luso-brasileira corresponde à definição de crônica como "narração histórica". É a "Carta de Achamento do Brasil", de Pero Vaz de Caminha", na qual são narrados ao rei português, D. Manuel, o descobrimento do Brasil e como foram os primeiros dias que os marinheiros portugueses passaram aqui. Mas trataremos, sobretudo, da crônica como gênero que comenta assuntos do dia a dia. Para começar, uma crônica sobre a crônica, de Machado de Assis:

O nascimento da crônica

“Há um meio certo de começar a crônica por uma trivialidade. É dizer: Que calor! Que desenfreado calor! Diz-se isto, agitando as pontas do lenço, bufando como um touro, ou simplesmente sacudindo a sobrecasaca. Resvala-se do calor aos fenômenos atmosféricos, fazem-se algumas conjeturas acerca do sol e da lua, outras sobre a febre amarela, manda-se um suspiro a Petrópolis, e la glace est rompue está começada a crônica. (...)
(Machado de Assis. "Crônicas Escolhidas". São Paulo: Editora Ática, 1994)

Publicada em jornal ou revista onde é publicada, destina-se à leitura diária ou semanal e trata de acontecimentos cotidianos.

A crônica se diferencia no jornal por não buscar exatidão da informação. Diferente da notícia, que procura relatar os fatos que acontecem, a crônica os analisa, dá-lhes um colorido emocional, mostrando aos olhos do leitor uma situação comum, vista por outro ângulo, singular.

O leitor pressuposto da crônica é urbano e, em princípio, um leitor de jornal ou de revista. A preocupação com esse leitor é que faz com que, dentre os assuntos tratados, o cronista dê maior atenção aos problemas do modo de vida urbano, do mundo contemporâneo, dos pequenos acontecimentos do dia a dia comuns nas grandes cidades.

Jornalismo e literatura


É assim que podemos dizer que a crônica é uma mistura de jornalismo e literatura. De um recebe a observação atenta da realidade cotidiana e do outro, a construção da linguagem, o jogo verbal. Algumas crônicas são editadas em livro, para garantir sua durabilidade no tempo.

Leia a seguir uma crônica de um dos maiores cronistas brasileiros:

Recado ao Senhor 903

“Vizinho,

Quem fala aqui é o homem do 1003. Recebi outro dia, consternado, a visita do zelador, que me mostrou a carta em que o senhor reclamava contra o barulho em meu apartamento. Recebi depois a sua própria visita pessoal – devia ser meia-noite – e a sua veemente reclamação verbal. Devo dizer que estou desolado com tudo isso, e lhe dou inteira razão. O regulamento do prédio é explícito e, se não o fosse, o senhor ainda teria ao seu lado a Lei e a Polícia. Quem trabalha o dia inteiro tem direito a repouso noturno e é impossível repousar no 903 quando há vozes, passos e músicas no 1003. Ou melhor; é impossível ao 903 dormir quando o 1003 se agita; pois como não sei o seu nome nem o senhor sabe o meu, ficamos reduzidos a ser dois números, dois números empilhados entre dezenas de outros. Eu, 1003, me limito a Leste pelo 1005, a Oeste pelo 1001, ao Sul pelo Oceano Atlântico, ao Norte pelo 1004, ao alto pelo 1103 e embaixo pelo 903 – que é o senhor. Todos esses números são comportados e silenciosos: apenas eu e o Oceano Atlântico fazemos algum ruído e funcionamos fora dos horários civis; nós dois apenas nos agitamos e bramimos ao sabor da maré, dos ventos e da lua. Prometo sinceramente adotar, depois das 22 horas, de hoje em diante, um comportamento de manso lago azul. Prometo. Quem vier à minha casa (perdão: ao meu número) será convidado a se retirar às 21h45, e explicarei: o 903 precisa repousar das 22 às 7 pois as 8h15 deve deixar o 783 para tomar o 109 que o levará ate o 527 de outra rua, onde ele trabalha na sala 305. Nossa vida, vizinho, está toda numerada: e reconheço que ela só pode ser tolerável quando um número não incomoda outro número, mas o respeita, ficando dentro dos limites de seus algarismos. Peço-lhe desculpas – e prometo silêncio.
[...] Mas que me seja permitido sonhar com outra vida e outro mundo, em que um homem batesse à porta do outro e dissesse: ‘Vizinho, são três horas da manhã e ouvi música em tua casa. Aqui estou’. E o outro respondesse: ‘Entra vizinho e come do meu pão e bebe do meu vinho. Aqui estamos todos a bailar e a cantar, pois descobrimos que a vida é curta e a lua é bela’.
E o homem trouxesse sua mulher, e os dois ficassem entre os amigos e amigas do vizinho entoando canções para agradecer a Deus o brilho das estrelas e o murmúrio da brisa nas árvores, e o dom da vida, e a amizade entre os humanos, e o amor e a paz.”

(Rubem Braga. "Para gostar de ler". São Paulo: Ática, 1991)

Fato corriqueiro...

Há na crônica uma série de eventos aparentemente banais, que ganham outra "dimensão" graças ao olhar subjetivo do autor. O leitor acompanha o acontecimento, como uma testemunha guiada pelo olhar do cronista que tem a pretensão de registrar de maneira pessoal o acontecimento. O autor dá a um fato corriqueiro uma perspectiva, que o transforma em fato singular e único.

No caso da crônica "Recado ao Senhor 903", há uma crítica à desumanização na cidade grande, na qual somos, muitas vezes, apenas números e não pessoas. O surpreendente é a inversão proposta pelo narrador ao final da crônica: no lugar da intolerância, tão comum nas cidades grandes, ele propõe um possível acolhimento amigo.

Outro aspecto é que as personagens das crônicas não têm descrição psicológica profunda, pois, são caracterizadas por uma ou duas características centrais, suficientes para compor traços genéricos, com os quais uma pessoa comum pode se identificar. Em geral, as personagens não têm nomes: é a moça, o menino, a velha, o senador, a mulher, a dona de casa. Ou têm nomes comuns: dona Nena, seu Chiquinho, etc...

Análise da linguagem

1) Intenção e linguagem
O narrador-personagem da crônica (ou remetente da carta ao vizinho) reconhece que faz barulho e por isto pede desculpas. Veja, assim, as palavras e afirmações que usou para construir essa ideia: "consternado", "desolado", "lhe dou inteira razão", "O regulamento do prédio é explícito", "Quem trabalha o dia inteiro tem direito ao repouso", "Peço desculpas", "Prometo silêncio".

No entanto, através de ironias, o narrador reconhece sua falta, mas explicita que não concorda com a situação, uma vez que a aborda também de outro ângulo, problematizando as relações entre as pessoas e não simplesmente aceitando a situação como algo imutável. E faz isso, especialmente, quando:

ironiza a estruturas dos prédios em que as pessoas ficam empilhadas, perdendo o contato humano;
refere-se a todos os vizinhos, incluindo ele próprio, pelo número do apartamento e não pelo nome;
critica o isolamento e a distância entre as pessoas cujas vidas estão limitadas pelas normas que cerceiam o convívio humano;
sonha com outra relação mais humana e fraterna, entre as pessoas.

2) Ironia e humor

a) Veja como o narrador usa uma fina ironia quando fala de si mesmo e dos motivos das reclamações do vizinho:

"Todos esses números são comportados e silenciosos: apenas eu e o Oceano Atlântico fazemos algum ruído e funcionamos fora dos horários civis; nós doisapenas nos agitamos e bramimos ao sabor da maré, dos ventos e da lua." Verifique ainda como o uso do elemento "apenas", usado duas vezes intensifica a sua exclusão em relação aos demais moradores do prédio.

b) O excesso de referência a números acaba por criar um efeito de humor e crítica social:

"Prometo sinceramente adotar, depois das 22 horas, de hoje em diante, um comportamento de manso lago azul. Prometo. Quem vier à minha casa (perdão: ao meu número) será convidado a se retirar às 21h 45, e explicarei: o 903 precisa repousar das 22 às 7 pois as 8h 15 deve deixar o 783 para tomar o 109 que o levará ate o 527 de outra rua, onde ele trabalha na sala 305."

Enfim, o efeito de humor tem a ver com:

o contraste entre uma situação e outra: os que mantêm silêncio e pessoas, como o narrador, que não o fazem;
o inesperado: o texto parece se encaminhar para um sentido e bruscamente aponta para outro.

3)Uso de verbo

Quando o narrador quer sonhar com uma outra situação em relação, não só à sua vizinhança, mas também à vida na cidade grande, veja que ele constrói essa ideia usando verbos no pretérito imperfeito do subjuntivo, o que indica possibilidade/desejo/hipótese:

"Mas que me seja permitido sonhar com outra vida e outro mundo, em que um homem batesse à porta do outro e dissesse: 'Vizinho, são três horas da manhã e ouvi música em tua casa. Aqui estou'. E o outro respondesse: 'Entra vizinho e come do meu pão e bebe do meu vinho. Aqui estamos todos a bailar e a cantar, pois descobrimos que a vida é curta e a lua é bela'.

E o homem trouxesse sua mulher, e os dois ficassem entre os amigos e amigas do vizinho entoando canções para agradecer a Deus o brilho das estrelas e o murmúrio da brisa nas árvores, e o dom da vida, e a amizade entre os humanos, e o amor e a paz.

4)Uso dos artigos

Releia os trechos:

a) "Quem fala aqui é o homem do 1003.".

Foi usado o artigo definido ( o ), quando o narrador refere-se a si mesmo, particularizando, dessa forma, um indivíduo, entre outros.

b) "Mas que me seja permitido sonhar com outra vida e outro mundo, em que umhomem batesse à porta do outro e dissesse (...). E o outro respondesse (...)"

Há artigo indefinido ("um homem"), quando foi introduzido um elemento ainda não citado no texto, generalizando-o. Há artigo definido ("o outro"), quando novamente se tem um indivíduo já citado, particularizando-o.

Veja que essas escolhas linguísticas vão constituindo a ligação/coesão entre as partes do texto, de tal maneira que, mais do que saber o nome das classes da gramática - substantivos, adjetivos, artigos, advérbios, verbo, conjunção, pronome, preposição, numeral - é importante saber suas articulações na construção dos sentidos de um texto.

Características das crônicas

 A crônica é um texto narrativo que:
É, em geral, curto;
Trata de problemas do cotidiano; assuntos comuns, do dia a dia;
Traz as pessoas comuns como personagens, sem nome ou com nomes genéricos. As personagens não têm aprofundamento psicológico; são apresentadas em traços rápidos;
É organizado em torno de um único núcleo, um único problema;
Tem como objetivo envolver, emocionar o leitor.

Fonte UOL

domingo, 22 de fevereiro de 2015

Saiba como um erro de português virou caso de polícia na Paraíba


No cartaz estava escrito "Oferta imperdível. Chip Vivo. R$ 1 com aparelho". Ao ler, o professor Aurélio Damião, 38, considerou a proposta irrecusável.

Com R$ 4 no bolso, ele entrou na loja localizada no centro de Guarabira, agreste da Paraíba, e pediu chips -- com os quatro aparelhos celulares correspondentes. Ele havia registrado a oferta com uma foto antes de ir ao trabalho e decidiu fazer a compra no final do expediente.

"Passei na loja e pedi: me veja quatro aparelhos de R$ 1 da promoção", contou Damião.

O atendente da loja "explicou" o anúncio. Na verdade, disseram, o redator queria dizer que os chips da operadora em questão sairiam por R$ 1 no caso da compra de qualquer celular adquirido pelo preço normal de tabela.
Erro de português virou caso de polícia

A confusão começou. O professor acionou a polícia, que levou todo mundo para o 4º DP (Distrito Policial). Isso aconteceu no dia 22 de janeiro.

"Eles [os funcionários da loja] tentaram me humilhar, ameaçar, iludir, mas não arredei o pé e esperei a presença da PM", conta o professor. "A polícia orientou que deveríamos ir à delegacia já que a loja se negava a cumprir o anunciado", contou Damião, destacando que sempre observa erros gramaticais em anúncios.

Na delegacia, as partes chegaram a um acordo. Damião recebeu a doação de um vale de R$ 100 para aquisição de um aparelho. Com chip. "Caso não chegassem a um acordo, teria de se usar a Justiça e as partes resolveram se entender logo", disse um agente do 4º DP.

Fonte UOL

domingo, 8 de fevereiro de 2015

Gêneros Textuais

Como nos ensina Bakhtin, gêneros textuais definem-se principalmente por sua função social. São textos que se realizam por uma (ou mais de uma) razão determinada em uma situação comunicativa (um contexto) para promover uma interação específica. Trata-se de unidades definidas por seus conteúdos, suas propriedades funcionais, estilo e composição organizados em razão do objetivo que cumprem na situação comunicativa.

Explicando melhor: isso significa que, a cada vez produzo um texto, seleciono um gênero...

... em função daquilo que desejo comunicar;

... em função do efeito que desejo produzir em meu interlocutor;

... em função da ação que desejo produzir no meio em que me inscrevo.

Isso vale das trocas mais prosaicas do cotidiano, nos bilhetes registrados em post-its colados nas geladeiras, passando pelas mensagens eletrônicas, entrevistas (orais e escritas), bulas de remédio, orações, cordéis, dissertações, romances, piadas etc. Uma das principais características dos gêneros é o fato de serem enunciados que apresentam relativa estabilidade. É esse aspecto que permite, justamente, com que sejam compreendidos.

Um exemplo extremo disso está no gênero "bula de remédio". Nos idos dos anos 1980, a linguista francesa Sophie Moirand mostrou como a estabilidade desse tipo de enunciado permitiria que qualquer falante do francês sem conhecimento nenhum de grego pudesse localizar informações (nome comercial, princípio ativo e posologia, por exemplo).

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Como não cair no sono durante os estudos

A rotina de estudos de quem está se preparando para os vestibulares e Enem é cheia de exigências. Além do tempo dedicado à escola, cursinho ou estudos em casa, outros aspectos podem ser sacrificados, inclusive o sono. Tem gente que trabalha e estuda, ou tem outras atividades e acaba utilizando a noite para estudar. Porém, esta prática não é muito recomendável. Manter o sono em dia é fundamental para quem estuda, pois é durante a noite que repomos nossas energias e nos preparamos para o novo dia.

O sono é extremamente importante para o bom funcionamento do corpo e também para os estudos. Se você acha que ao dormir está perdendo tempo, está muito enganado. O sono auxilia na concentração e na memória, coisas importantes para quem quer fixar conteúdos.

Em média, o ser humano precisa de 7 a 8 horas de sono diárias para se manter disposto e saudável o suficiente para as suas atividades. O número varia de pessoa para pessoa, mas o fato é que o corpo precisa descansar para que a saúde não seja prejudicada. Entretanto, durante alguns períodos os estudos exigem mais tempo e muitas vezes o sono é o primeiro a ser modificado.

De maneira alguma é aconselhável passar várias noites sem dormir ou dormir muito pouco durante um longo período de tempo. Entretanto, há algumas técnicas para aumentar a concentração e se manter acordado quando for realmente necessário. Confira:

Faça exercícios
Quando estiver estudando faça uma pausa de 50 em 50 minutos para se alongar. Dê uma corridinha pelo quarto, estique os braços e pernas, faça abdominais ou qualquer tipo de atividade física leve por cerca de cinco minutos. Isso estimula a circulação do sangue, desperta e deixa o corpo em alerta.

Evite bebidas energéticas
Tomar um cafezinho, um refrigerante de cola ou um energético realmente desperta, mas tomar grandes quantidades pode causar mais problemas do que vantagens. Em geral, estas bebidas causam dependência e favorecem o surgimento de algumas doenças como gastrite. Prefira tomar água gelada, deixe uma garrafinha por perto e vá bebendo, é bom para despertar e mantém o corpo hidratado.

Água
Essa dica todo mundo conhece, mas vale reforçar. Naqueles momentos em que a sonolência pesar, jogue água fria no rosto. A ação ajuda a despertar e também distrai o cérebro. Tomar um banho frio também vale.

Alimentação
Não faça refeições muito pesadas à noite, evite carboidratos e dê preferência para alimentos como baixo índice glicêmico, como a maça. Alimentos ricos em proteína também são recomendáveis.

Faça pausas
Quando sentir que está quase cochilando assista algum vídeo engraçado na internet. Só não se empolgue e fique muito tempo! Sorrir ou dar gargalhadas vai despertar e ao mesmo tempo relaxar o seu cérebro porque libera endorfina no corpo.

Estude em ambiente adequado
Nada é mais tentador para quem já está com sono do que estudar na cama ou sofá. Nestas situações qualquer piscada vira um longo cochilo. Por isso é essencial que o local de estudo seja adequado. Estude sentado, com luz boa e um lugar sem barulho.

Tire um cochilo
Um cochilo de 20 minutos (somente 20 minutos!) pode ajudar e muito quem precisa estudar, mas está com sono. Isso porque é tempo suficiente para relaxar o corpo, mas não o bastante que para se transformar em sono profundo. Desta forma, se não conseguir se concentrar devido ao sono, tire um pequeno cochilo, mas não esqueça de colocar o despertador para tocar e levante assim que o tempo se esgotar.

Fonte: Brasil Escola

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Para passar, 1º lugar da UFRGS em medicina eliminou Facebook e WhatsApp

Acorda cedo, vai para o cursinho, almoça, participa de aulas especiais para quem quer prestar medicina, vai para casa, continua estudando, janta, dá mais uma lida na matéria, toma banho e dorme.

Essa foi a rotina diária de Bruna Sollitto, por quatro anos, para finalmente conseguir, neste ano, passar em medicina em uma universidade pública.

Para se classificar em 1º lugar na UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), ela deixou de lado baladas, amigos, namoro, filmes e shows de rock. Adeus, Facebook e WhatsApp.

Para não entrar em colapso diante de uma carga tão intensa de estudos, a jovem de 21 anos buscou refúgio em um hobby antigo, o desenho. Nos poucos momentos de descanso, pegava um pedaço de papel e um lápis para rascunhar rostos e personagens.

"Gosto de desenhar. Sempre dava um tempinho. O desenho foi minha válvula de escape", afirmou a estudante que vive com os pais na Vila Mascote, zona sul de São Paulo.

Escola particular
Bruna fez a educação básica em escolas particulares em São Paulo. Quando terminou o ensino médio, encarou quatro anos de preparatório para o vestibular. Foram dois anos no Objetivo e os dois últimos no Poliedro.

Após quatro anos de cursinho e uma rotina de 14 horas de estudos todos os dias, incluindo sábados e domingos, Bruna sente que conseguiu cumprir seu dever. Mesmo assim, se surpreendeu com a primeira colocação na UFRGS que utiliza a nota do Enem pelo Sisu como processo seletivo.

"Foi uma surpresa. Não pensei que eu fosse passar em primeiro lugar. Eu sabia que tinha feito um bom Enem, mas medicina é medicina, né?", contou.

Bruna já havia passado no curso desejado em uma universidade pública antes. No começo de 2014, foi aprovada na UFF (Universidade Federal Fluminense). No entanto, achou que não se adaptaria ao Rio de Janeiro e, por isso, insistiu em mais um ano de cursinho.

A estudante admite estar bastante apreensiva quanto a morar em Porto Alegre. Ela sempre viveu em São Paulo, com os pais. Além disso, vai visitar o Rio Grande do Sul pela primeira vez nesta semana, justamente no período de matrícula.

"Certamente, vou ter uma vida diferente da que eu levo em São Paulo. Porto Alegre é uma capital de Estado, mas parece ser um lugar mais tranquilo do que onde eu vivo", afirmou. "Vou ficar bem longe da minha família e ainda tenho de ver onde eu vou morar. É preocupante, não conheço a cidade. Não 
sei se vou me adaptar. Na teoria tudo parece ser legal, mas a prática é bem mais complicada."

Moda
A jovem paulistana já chegou a cursar um semestre de faculdade. O curso escolhido na ocasião, porém, não tem absolutamente nada a ver com medicina. Após dois anos de cursinho e, cansada de tentar ser médica, Bruna se matriculou em moda.

Não deu certo. Apesar de adorar desenhar, o curso não tinha sua cara, segundo ela. Medicina era uma paixão mais antiga e muito mais arrebatadora. A estudante abandonou a faculdade, trocou de cursinho e focou no sonho.

Mesmo distante mais de 1.100 km de seus pais – que sempre estiveram no quarto ao lado -, em uma cidade nova, ao lado de pessoas que nunca viu antes na vida, Bruna diz ter certeza de que vai gostar do curso. Quer dizer, quase: "Não tenho medo de não gostar de medicina. Acho difícil que isso aconteça... mas a gente nunca sabe, né?".

Fonte: Uol

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Tipologia Narrativa

O texto narrativo caracteriza-se pelo relato de fatos retratados por uma sequência de ações, relacionadas a um determinado acontecimento, podendo ser estes fatos reais ou fictícios.

Para que este relato seja algo dotado de sentido, o mesmo dispõe-se de alguns elementos que desempenham funções primordiais. Representando-os, figuram-se os personagens, peças fundamentais para a composição da história, narrador, espaço, tempo e enredo propriamente dito, ou seja, o assunto sobre o qual se trata.

Dentre aqueles caracterizados como narrativos, destacam-se os contos, novelas, romances, algumas crônicas, poemas narrativos, histórias em quadrinhos, piadas, letras musicais, entre outros.

Como anteriormente mencionado, os elementos que constituem a referida modalidade são dotados de funções específicas, e para que possamos compreendê-las de modo efetivo, as analisaremos minuciosamente:

Personagens

Constituem os seres que participam da narrativa, interagindo-se com o leitor de acordo com o modo de ser e de agir. Algumas ocupando lugar de destaque, também chamadas protagonistas, outras se opondo a elas, denominadas de antagonistas. As demais caracterizam-se como secundárias.

Tempo

Retrata o momento em que ocorrem os fatos (manhã, tarde, noite, na primavera, em dia chuvoso). O mesmo pode ser cronológico, ou seja, determinado por horas e datas, revelado por acontecimentos dispostos numa ordem sequencial e linear - início, meio e fim; e psicológico, aquele ligado às emoções e sentimentos, caracterizado pelas lembranças dos personagens, reveladas por momentos imprecisos, fundindo-se em presente, passado e futuro.

Espaço

É o lugar onde se passa toda a trama. Algumas vezes é apenas sugerido no intuito de aguçar a mente do leitor, outras, para caracterizar os personagens de forma contundente. Dependendo do enredo, a caracterização do mesmo torna-se de fundamental importância, como, por exemplo, os romances regionalistas.

Narrador

Ele funciona como um mediador entre a história que ora é narrada e o leitor (ou ouvinte). Sua perspectiva, aliada a seu ponto de vista e ao modo pelo qual organiza tudo aquilo que conta, são fatores decisivos para a constituição da história.

A maneira pela qual o narrador se situa em relação ao que está narrando denomina-se como foco narrativo. E, basicamente, há três tipos:

Narrador-personagem - Narrando em 1ª pessoa, ele participa da história, relatando os fatos a partir de sua ótica, predominando as impressões pessoais e a visão parcial dos fatos.

Narrador-observador – Ele revela ao leitor somente os fatos que consegue observar, relatando-os em 3ª pessoa.

Narrador-onisciente – Além de observar, ele sabe e revela tudo sobre o enredo e os personagens, até mesmo seus pensamentos mais íntimos, como também detalhes que até mesmo eles não sabem. Em virtude de estar presente em toda parte, é também chamado de onipresente, o que lhe permite observar o desenrolar dos acontecimentos em qualquer espaço que ocorram.
Algumas vezes limita-se a observá-los de forma objetiva, em outras, emite opiniões e julgamento de valor acerca do assunto.

Enredo


É o conjunto de incidentes que constituem a ação da narrativa. Todo enredo é composto por um conflito vivido por um ou mais personagens, cujo foco principal é prender a atenção do leitor por meio de um clima de tensão que se organiza em torno dos fatos e os faz avançar.
Geralmente, o conflito determina as partes do enredo, representadas pelas referidas partes:

Introdução – É o começo da história, no qual se apresentam os fatos iniciais, os personagens, e, às vezes, o tempo e o espaço.

Complicação – É a parte em que se desenvolve o conflito.

Clímax – Figura-se como o ponto culminante de toda a trama, revelado pelo momento de maior tensão. É a parte em que o conflito atinge seu ápice.

Conclusão ou desfecho final – É a solução do conflito instaurado, podendo apresentar final trágico, cômico, triste, ou até mesmo surpreendente. Tudo irá depender da decisão imposta pelo narrador.

Gramaticando: Fonologia da Língua Portuguesa

DEFINIÇÃO

Fonologia é o ramo da Linguística que estuda o sistema sonoro de um idioma. Ao estudar a maneira como os fones (sons) se organizam dentro de uma língua, classifica-os em unidades capazes de distinguir significados, chamadas fonemas.

ÍNDICE
Fonema
Fonema / Fonema e Letra
Classificação dos Fonemas: Vogais, Semivogais, Consoantes

Encontros Vocálicos
Encontros Vocálicos: Ditongo, Tritongo, Hiato

Encontros Consonantais
Encontros Consonantais / Dígrafos

Sílaba
Sílaba/ Classificação das Palavras quanto ao Número de Sílabas / Divisão Silábica
Acento Tônico / Classificação da Sílaba quanto à Intensidade / Classificação das Palavras quanto à Posição da Sílaba Tônica
Monossílabos / Critérios de Distinção
Acentuação Gráfica: Acento Prosódico e Acento Gráfico
Regras de Acentuação Gráfica: Proparoxítonas, Paroxítonas, Oxítonas
Monossílabos: Monossílabos Tônicos, Monossílabos Átonos / Acento de Insistência
Regras Especiais I: Ditongos Abertos, Hiatos
Regras Especiais II: Verbos Ter e Vir
Acento Diferencial / Acento Grave

Ortoépia
Ortoépia ou Ortoepia

Prosódia
Prosódia

Ortografia
Ortografia / Emprego de X e Ch
Emprego das Letras G e J
Emprego das Letras S e Z
Emprego do Z
Emprego de S, Ç, X e dos Dígrafos Sc, Sç, Ss, Xc, Xs
Observações sobre o uso da letra X / Emprego das letras E e I
Emprego das letras O e U / Emprego da letra H
Emprego das Iniciais Maiúsculas e Minúsculas I
Emprego das Iniciais Maiúsculas e Minúsculas II

Notações Léxicas
Notações Léxicas: Emprego do Til, Emprego do Apóstrofo

Emprego dos Porquês
Por que / Por quê / Porque / Porquê

Emprego do Hífen
Emprego do Hífen / Prefixos e Elementos de Composição
Importante / Casos Particulares / Atenção
Saiba Mais sobre o uso do Hífen

Sinais de Pontuação
Sinais de Pontuação I: Vírgula
Sinais de Pontuação II: Ponto e vírgula, Dois-pontos
Sinais de Pontuação III: Ponto Final, Ponto de Interrogação, Ponto de Exclamação
Sinais de Pontuação IV: Reticências, Parênteses - Os Parênteses e a Pontuação
Sinais de Pontuação V: Travessão, Aspas
Sinais de Pontuação VI: Colchetes, Asterisco, Parágrafo

Observação: o estudo da FONOLOGIA citado acima serve apenas como curiosidade e consultas sobre curiosidades da nossa língua, assim como procurarmos uma palavra desconhecida num dicionário. Portanto, acredito que a ênfase dada no ensino do nosso Português seja dada através da leitura, escrita e interpretação de textos.

Fonte: Links e texto retirados do site "Só Português"

domingo, 1 de fevereiro de 2015

Fichamento

Estudar não é uma tarefa fácil, mas se faz presente em nossas vidas por muito tempo. Na escola, quando somos crianças e adolescentes, aprender parece ser mais enfadonho ainda, até porque muitos professores não facilitam, outras vezes porque não nos relacionamos bem com a disciplina, ou até mesmo por preguiça e falta de motivação.

No entanto, é necessário saber tudo que é explicado, pois é importante para a vida. Quanto mais culto, mais chances de ter bons resultados profissionais e se dar bem como um adulto. Logo, utilizar das mais variadas estratégias a fim de aprender mais, fixar melhor o conteúdo e entender o que cada capítulo quer dizer é essencial!

Então, hoje nós o introduziremos a uma das melhores maneiras para estudar e ir bem nas provas: o fichamento. Você já ouviu falar? Tem dúvidas sobre seu sistema? Confira!
Tudo sobre Fichamento



Este método de ensino e aprendizado se baseia na confecção de pontos importantes de uma determinada matéria ou capítulo a fim de resumir todos os textos para apenas algumas linhas mais importantes, facilitando a leitura e permitindo menor gasto de tempo.

Ele é bastante utilizado principalmente quando há muitas páginas a serem estudadas e o aluno precisa dar um jeito de diminuir tudo aquilo para não perder tanto tempo. É bom para revisões, também, quando lembramos sobre as matérias, mas precisamos de alguma linha de raciocínio para colocar todo o conhecimento em prática.

Hoje, diversos professores e alunos utilizam o fichamento no dia-a-dia. No entanto, ele tem suas vantagens e desvantagens, como você pode verificar abaixo.
Vantagens do Fichamento

Nem todos têm tempo de ficar horas e horas em frente ao livro lendo página por página. Além disso, menos pessoas ainda podem fazer isso por 2 ou 3 dias. Logo, deve-se utilizar alguma estratégia para diminuir o tempo de estudo e facilitar a revisão nos dias subsequentes. O Fichamento permite isso!

Ao passar o olho nas páginas do conteúdo, as informações mais importantes devem ser gravadas em formato de tópico em outra folha. Assim, você terá tudo o que há de mais importante e poderá ler e reler quando quiser, utilizando pouco do seu tempo, pois tópicos são fáceis de serem entendidos.

Outra boa vantagem é a condensação de informações. Um livro muitas vezes assusta com o tanto de páginas, mas se apenas o que há de melhor for extraído, ele ficará bem mais curto e menos amedrontador.
Desvantagens do Fichamento

Mas nem tudo é perfeito! O fichamento parece ser a solução dos seus problemas, mas também não é bem assim. Muitas pessoas apostam tudo nela, mas se esquecem dos detalhes! Em fichamento, somente tópicos estão escritos, portanto quando não se sabe a matéria, fica difícil desenvolver uma frase em diversas outras mais completas.

Há também o fato de não combinar com matérias de exatas, como física, química e matemática. Todas elas requerem prática, e fichamento pouco ajudará. Nestes casos, botar a mão na massa é mais do que essencial para ter sucesso e garantir uma boa nota!

Fonte: Colégio Web

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Enem mostra um ensino médio estagnado e dá novo sinal de alerta

O resultado do Enem 2014 mostra que o ensino médio brasileiro segue estagnado. No resultado divulgado,caíram as médias da redação e da prova de matemática. Não é um resultado isolado, porque o Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) vem mostrando a mesma coisa: neste segmento da educação básica, nunca conseguimos alcançar a média 4,0 sobre 10,0.

Além da queda na nota da redação, meio milhão de candidatos ficou com zero nessa prova. Um dos fatores que explicam isso é o provável número de analfabetos funcionais. São alunos que foram aprovados em anos anteriores e estão no final do ensino médio, mas não sabem ler um enunciado, explicar uma ideia, fazer um texto com encadeamento e lógica.

Os três últimos ministros de Educação, quando assumiram, anunciaram que a prioridade seria "reformar o ensino médio". Neste ano, Cid Gomes disse o mesmo. Mas há décadas as notas não mudam e o processo de aprendizagem também não. Vão-se os ministros, ficam os problemas.

Todos os indicadores convergem nesse sentido. O Pisa (prova internacional de competências) fornece um diagnóstico similar há anos, num ranking em que os alunos brasileiros ocupam o desonroso 58º lugar entre 65 países. A última Prova Brasil indicou que a cada dez alunos, nove terminam o ensino médio sem aprendizagem adequada em matemática.

O resultado disso é que, mesmo longe da nota ideal, milhares de alunos entrarão no ensino superior através do Enem e das políticas de inclusão – boas e oportunas, em si - mas infelizmente correm o risco de abandonar os estudos, sobretudo em carreiras que dependem de matemática ou exigem cálculos mais complexos.

Este último Enem é um sinal de alerta: não podemos mais adiar a reforma no sistema educacional. Caso contrário, a competitividade do país estará seriamente ameaçada. Não é de hoje que as empresas reclamam por não encontrar gente qualificada. O Brasil pode até voltar a crescer em função de medidas econômicas, mas tornar este crescimento de fato sustentável só será possível com educação pública de qualidade.

Fonte: G1

Cid Gomes defende um "Enem para professores"

O novo ministro da Educação, Cid Gomes (Pros), afirmou ontem que qualquer tipo de avaliação deverá ser feita por opção do professor e que pretende avaliá-los anualmente. Atualmente, a avaliação é preparada de dois em dois anos. “Deve-se imaginar alternativas, estímulos que levem os professores a fazerem esse tipo de avaliação. Uma delas pode ser essa já colocada pelo ex-ministro Haddad. Você, tendo um professor passado por uma avaliação nacional, ele já fica com, vamos dizer assim, um Enem, um passaporte para o ingresso no magistério de um município ou de um Estado”, afirmou Gomes em Brasília numa entrevista ao programa Bom Dia Brasil, da TV Globo.

Fonte: O povo

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Opinião de Alexandre Garcia sobre Redação do ENEM

Para tirar zero em redação, muitos nem chegaram a escrever.

Tirar zero em redação não é algo que se consiga de um ano para outro. Isso é resultado de muitos anos de falta de leitura e falta curiosidade que aprimoram a ferramenta da comunicação, que é a língua, e o conteúdo dela, que é o conhecimento. Sem conteúdo, é o vazio. E com vazio não se faz um cidadão nem um país e muito menos uma redação. Quase 10% de nota zero e apenas 0,004% de nota máxima não são boas notícias.

Os empregadores no Brasil têm uma grande queixa: as pessoas não entendem as instruções e não conseguem se expressar com clareza. E a língua, que é uma das bases da nação tanto quanto o território, está virando um dialeto confuso em que dá bom dia a todos e todas. Chama a presidente de presidenta, com modismos horríveis como ‘vou estar fazendo’, ‘o governador ele disse’ e outras esquisitices.

Com falta de leitura, o vocabulário é limitado, e aí se usam palavras mais compridas para ter tempo de achar a palavra seguinte. Avião virou aeronave, fim de semana virou final de semana, vender é comercializar, oferecer virou disponibilizar, ver virou visualizar, crime é criminalidade, arma virou armamento.

E ainda se apoiam em muletas da língua: não se veste a camisa e não se calça o sapato, apenas se coloca. Passageiro, hóspede, paciente, frequentador, virou usuário. A nossa língua já é muito pouco conhecida no mundo, mas ser pouco conhecida no nosso próprio país isso nos emudece um pouco.

Resultado do PSV 2015 será antecipado para o dia 16 de janeiro


Inicialmente previsto para o dia 23 de janeiro, o resultado do Processo Seletivo Vocacionado (PSV 2015) será antecipado para a próxima sexta-feira, 16 de janeiro. Este é o último PSV realizado pela UERN, que passa a utilizar o ENEM/SiSU de forma integral a partir de 2016.

A divulgação ocorrerá às 16h, na Reitoria da UERN, Centro de Mossoró. O Reitor Pedro Fernandes divulgará os nomes dos primeiros colocados e, em seguida, as listas com os nomes dos candidatos aprovados serão disponibilizadas em murais e no site da UERN.

O diretor da Comissão Permanente de Vestibular (COMPERVE), prof. Egberto Mesquita, explica que a UERN solicitou a antecipação do resultado em virtude do calendário do SiSU, cujas inscrições serão realizadas no período de 19 a 22 de janeiro.

Neste ano, a UERN ofertou 40% das vagas pelo PSV e 60% das vagas pelo ENEM/SiSU. Para consultar o quadro de vagas oferecidas pela UERN através do SiSU clique AQUI.

Além da relação de aprovados, será publicado na sexta-feira (16) o edital com normas e prazos para a matrícula dos candidatos classificados no PSV 2015.

Fonte: UERN

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Hora da Crônica

Sítio ou cidade?

Estava aqui sozinha pensando sobre o que ia escrever nesta crônica, pensando em
alguma coisa que realmente tenha chamado minha atenção. Estava sem ideias,
quando, de repente, olhei e vi ao meu redor um lugar calmo, soavam apenas o
canto dos pássaros e o som dos galhos das árvores batendo uns nos outros. Então
pensei "não há nada melhor do que falar de onde moro".
Sítio querido, lugar onde nasci e estou vivendo. Vivo no campo desde o
nascimento dos primeiros dentes, quando falei minhas primeiras palavras. Lugar
calmo, predomina apenas a paz, o amor e a solidariedade entre todos. Não há
assaltos, roubos, ao contrário,todos se ajudam. Diferentemente das cidades que,
ao raiar o dia, ouvimos, como primeiras notícias, roubos a bancos, mataram
fulano, sicrano...Não, no lugar onde vivo não é assim. Ao amanhecer, ouvimos a
cânticos de animais, o lindo pôr do sol entrando em nossas casas, a dona de casa
acorda às 5 da manhã para fazer o café e quando nos acordamos, temos um
cafezinho prontinho na mesa.
Ainda há quem diga "vida boa é na cidade", pois sou contrária "vida boa é no meu
lindo sítio". Silêncio, sem a "gritaria" das motos, carros, poluição sonora.
É, a conversa está boa, mas por aqui vou ficando pois se fosse falar de todas as
belezas que aqui possui, passaria o dia inteiro conversando com vocês. Não
terminaria tão cedo.
Edglécia Vieira


O texto publicado acima foi vencedor da etapa municipal das Olimpíadas de Língua Portuguesa nas escolas públicas do Brasil. Edglécia, aluna do 9° B, estudou na Escola Municipal Professor José do Patrocínio Barra na cidade de Felipe Guerra/RN. Como professor/orientador fiquei muito feliz por essa conquista mais que merecedora.