segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Hora da Crônica

Sítio ou cidade?

Estava aqui sozinha pensando sobre o que ia escrever nesta crônica, pensando em
alguma coisa que realmente tenha chamado minha atenção. Estava sem ideias,
quando, de repente, olhei e vi ao meu redor um lugar calmo, soavam apenas o
canto dos pássaros e o som dos galhos das árvores batendo uns nos outros. Então
pensei "não há nada melhor do que falar de onde moro".
Sítio querido, lugar onde nasci e estou vivendo. Vivo no campo desde o
nascimento dos primeiros dentes, quando falei minhas primeiras palavras. Lugar
calmo, predomina apenas a paz, o amor e a solidariedade entre todos. Não há
assaltos, roubos, ao contrário,todos se ajudam. Diferentemente das cidades que,
ao raiar o dia, ouvimos, como primeiras notícias, roubos a bancos, mataram
fulano, sicrano...Não, no lugar onde vivo não é assim. Ao amanhecer, ouvimos a
cânticos de animais, o lindo pôr do sol entrando em nossas casas, a dona de casa
acorda às 5 da manhã para fazer o café e quando nos acordamos, temos um
cafezinho prontinho na mesa.
Ainda há quem diga "vida boa é na cidade", pois sou contrária "vida boa é no meu
lindo sítio". Silêncio, sem a "gritaria" das motos, carros, poluição sonora.
É, a conversa está boa, mas por aqui vou ficando pois se fosse falar de todas as
belezas que aqui possui, passaria o dia inteiro conversando com vocês. Não
terminaria tão cedo.
Edglécia Vieira


O texto publicado acima foi vencedor da etapa municipal das Olimpíadas de Língua Portuguesa nas escolas públicas do Brasil. Edglécia, aluna do 9° B, estudou na Escola Municipal Professor José do Patrocínio Barra na cidade de Felipe Guerra/RN. Como professor/orientador fiquei muito feliz por essa conquista mais que merecedora. 

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