sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Relatos Pessoais com Dinara Sofia

Meu nome
Como o meu nome foi escolhido? Bem, minha mãe e meu pai sempre quiseram ter dois filhos e então decidiram que a primeira que nascesse teria o primeiro nome começando com D e o segundo nome com S; e a segunda filha com o primeiro nome com S e o segundo nome com D. Como eu sou a mais velha meu nome começaria com D. Primeiro minha mãe e meu pai estavam querendo que meu nome fosse Délis, depois Denise, Daphine e depois decidiram que meu nome seria Dinara.

O nome Dinara significa julgar e Sofia significa sabedoria. Eu acho que é por isso que eu tiro notas boas e também por isso que eu sou uma verdadeira crítica.

Eu sou assim
Como vocês leitores já sabem meu nome é Dinara Sofia Tavares Silva, tenho 11 anos gosto muito de cozinhar, sou boa em robótica, ganhei medalha de ouro e de prata. Agora eu vou para Minas Gerais. Também tenho vários talentos: já toquei flauta, danço ballet, já cantei no coral da catedral “O louvor dos pequeninos”, e nado tão bem como um golfinho “literalmente” consigo fazer aquelas coisas legais na água.

Sabe, eu posso ter até algum defeito mais acho que os leitores não precisam saber disso, exemplo: e se a Cinderela tiver chulé ou se a Rapunzel tiver caspa. Ninguém sabe o lado ruim delas então não é preciso vocês saberem do meu.

Uma história de amor

Minha mãe trabalhava em uma empresa que prestava serviço para a Petrobrás e o meu pai foi contratado por essa empresa, então eles se conheceram no trabalho.

Meu pai deu um cartão de natal para ela e pediu que ela fosse ajudar a traduzir o manual da secretaria eletrônica que ela havia comprado e na verdade esse era só um pretexto para se aproximar da minha mãe.

Dois anos depois ela se casou com ele e com mais dois anos eu nasci.

Meu primeiro amor

No dia do meu aniversário fiz uma festa do pijama e no outro dia antes do lanche da tarde eu e o resto das convidadas ouvimos um miado vindo do portão. Todo mundo desceu para vim abrir o portão. Quando nós abrimos o portão lá estava um gatinho de pelo cor de mel com branco magrelo, mas com um rabo grosso e pelo bem cuidado; sempre achei que ele já tinha sido de estimação antes já que não tinha medo de pessoas.

Demos a ele o nome de Teodoro e o seu apelido era “TeTeu”. Ele era muito legal, o gatinho mais fofo do mundo, porém em um dia, ele fugiu e eu nunca mais o vi.

Ele era muito bonzinho, era o meu amorzinho.

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Professor é fator decisivo contra a evasão escolar

Ter um professor que saiba criar uma relação pessoal e de respeito, além de demonstrar domínio do conteúdo é uma das razões importantes para reter os alunos no espaço escolar. Esse é um dos destaques da pesquisa “Juventudes na escola sentidos e buscas: Por que frequentam?” , feita pelo MEC (Ministério da Educação), OEI (Organização dos Estados Interamericanos) e Flacso (Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais). No trabalho, a análise da escola foi feita por meio dos jovens, que avaliaram se suas expectativas de vida podem ser atendidas dentro do ambiente escolar.

O levantamento envolveu entrevistas com 8.283 alunos, com idade entre 15 e 29 anos, de ensino médio, EJA (Educação de Jovens e Adultos) e Projovem Urbano do Pará (Belém e Ananindeua), Bahia (Salvador e Feira de Santana), Rio de Janeiro (Rio de Janeiro e Volta Redonda), Paraná (Curitiba e Ponta Grossa) e Mato Grosso (Cuiabá e Rondonópolis). Para dar conta do processo, ainda foram criados grupos focais para aprofundar alguns temas como a importância das relações interpessoais na escola, racismo e a conjuntura do país.

“Os estudantes dizem que ficam na escola quando têm um bom professor. E um bom professor para eles é aquele que sabe a matéria e sabe conviver, respeitar o aluno e cuidar a individualidade”, diz a socióloga Miriam Abramovay, coordenadora da pesquisa. De acordo com ela, é o professor que faz com que o aluno goste de uma determinada matéria e esse argumento pode ser justificado pela grande variação entre as disciplinas que os alunos demonstravam maior interesse.

Esse destaque saído das entrevistas, segundo Abramovay, pode ajudar a explicar os motivos que levam um aluno a deixar os estudos de lado. “Eles abandonam a escola quando não têm nenhum professor que possa escutá-los ou confiar”, diz.

Por isso, ter altas expectativas sobre o futuro também é um desafio para esses alunos. Entre aqueles entrevistados, 46% afirmam que os professores dizem que eles serão bons profissionais. No entanto, 10% dos jovens consideram que seus professores pensam que eles não têm futuro. O mesmo percentual afirma que os professores não se interessam por seu futuro. Segundo Abramovay, adultos carregam uma visão muito negativa sobre esses jovens e “a escola reproduz isso também”.

Dentre os estudante do sexo masculino da EJA, por exemplo, 74% já abandonaram a escola pelo menos uma vez, sendo que, desses, 49% saíram e voltaram a estudar mais de uma vez. O abandono acontece principalmente pela necessidade de se sustentar, mas até no ensino médio regular, quase 30% dos alunos já pararam de estudar pelo mesmo motivo.

Entre estudantes do sexo feminino, os números são mais baixos: uma em cada quatro alunas dentro das categorias de ensino da pesquisa já deixaram de estudar para trabalhar. No caso delas, gravidez e ter que trabalhar são mais mencionados como motivos para terem alguma vez deixado a escola. “A maior parte diz que vai continuar estudando. Eles querem ser alguém na vida, conciliar trabalho e estudo”, afirma Abramovay. Para os que estão no programa Projovem Urbano, a situação é vista como a última oportunidade para estudar.

Fonte Por Vir

Neurociência é aliada na preparação do professor para a sala de aula

Falta de atenção, dificuldade para aprender e desmotivação são algumas situações frequentes que os professores se deparam quando estão na sala de aula. Se o desafio já costuma ser grande para educadores com anos de experiência, imagina para quem acabou de sair de um curso de pedagogia ou das demais licenciaturas. Como preparar os futuros educadores para lidar com esses desafios? A neurociência é um caminho.

Para a professora Leonor Guerra, do departamento de morfologia da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), compreender melhor o funcionamento do processo de aprendizagem ajuda avaliar estratégias pedagógicas que impactam na forma como os alunos aprendem. “Por que todo mundo não aprende igual? Isso tem a ver com a nossa biologia. Entender as limitações e o potencial de um aluno pode trazer uma contribuição boa para quem está começando sua vida na área da educação”, explica a médica e especialista em neuropsicologia.

Não é difícil encontrar cursos de formação continuada que já começaram a trabalhar noções de neurociência com educadores. No entanto, quando o assunto é formação inicial, esse campo de conhecimento ainda parece estar muito distante de boa parte das instituições de ensino superior. Segundo Guerra, muitos cursos ainda são resistentes a discutir as bases neurobiológicas. “A impressão que tenho é que eles acham que isso vai biologizar a questão da aprendizagem”, diz.

A neurocientista afirma que é importante compreender diferentes perspectivas sobre o processo de aprendizagem, sejam elas biológicas ou sociais. Na coordenação do projeto NeuroEduca, iniciativa de extensão da UFMG, ela ministra palestras e oficinas de formação que apresentam noções básicas de neurociência para educadores.

Fonte Por Vir

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Olá leitores!

Sentiram falta? Passamos um tempinho fora do ar, sem atualizações e com a página parada. A saudade está grande, portanto quero dar boas notícias a todos vocês. A troca de informações e a busca pelo conhecimento continuarão no BLOG do Professor Valério de Góis. Quero trazer muitas novidades em 2016 como também prometer que continuarei mais assíduo para com o público.


SEJAM BEM-VINDOS NOVAMENTE!


AGUARDANDO ATUALIZAÇÕES... FIQUEM LIGADOS!